Dona de Corno
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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

ABRINDO O CUZINHO DO MEU FILHO PARA O AMANTE


ABRINDO O CUZINHO DO MEU FILHO PARA O AMANTE



Não é apenas fazendo os seus dois paneleiros domésticos, isto é para quem não saiba, meu marido corno Rui e nosso filho mais velho que tem o mesmo nome do pai, esporrarem-se directamente num dos nossos outros dois cuzinhos abertos e dessa maneira o lubrificarem, que nosso amante bissexual activo e grande apreciador de sexo anal Renato, gosta de nos enrabar. Por vezes também gosta de se servir de mim para o mesmo fim quando pretende enrabar um deles. É claro que para isso tenho de deitar mão de um acessório adequado já que sendo a única puta no meio daquela panelinha familiar não nasci dotada do mesmo material genésico com que mesmo qualquer panasquinha veio ao Mundo.

Vestida com uma camisa de dormir, de seda, cor azul, uma reduzida calcinha branca apenas com uma tirinha sobre as duas rachas e ligas prendendo-me as meias cor de carne a toda a altura das pernas, cheirando ainda à água do banho acabado de tomar com Renato, aguardava as ordens deste já que é sempre ele a determinar como se quer servir de nós. Meu amante trajava apenas um string castanho, mas os outros dois homens estavam nus, como sempre quando nos reunimos à noite no quarto que divido com ele, apenas com uma coleira de couro no pescoço, acho que Renato se excita mais com a nudez deles do que com a minha, e isso que me devia aborrecer ainda me deixa mais húmida. Também por esse facto adoro aquelas sessões familiares e os actos mais escabrosos que acontecem nelas.

- Esta noite vou comer o cu de um de vocês – anunciou-nos, embora aquilo não fosse para nenhum de nós novidade pois isso acontecia sempre que nos chamava a todos ao quarto. E enquanto nos dizia isso a sua mão começou a passar na zona pélvica, sobre o string, o que fez enchumaçar aquela área. – E como só um de vocês terá oportunidade de provar a minha vara e não quero que nenhum dos outros dois reclame por causa disso, vou tirar à sorte qual será enrabado hoje. Vamos, em roda! A-ta-ita-á…

O costume. É muitas vezes aquele sorteio infantil a seleccionar o cu que irá provar o caralho e a aleitadela do nosso amante. Daquela vez e para grande alegria de Renato que prefere comer o cu de meu filho Rui então muito menos estreado nestas andanças do que o meu ou o do corninho seu pai, muito mais batidos a levar com caralho nele, o acaso ditou fosse o cu daquele a prestar-se à empaladela do cacete do nosso amante.

- Muito bem Ruizinho! – congratulou-se o Macho Dominante lá de casa e senhor de um caralho que mesmo mole mede mais do dobro do caralhito dos dois panasquinhas, subindo e descendo o string como um striper como querendo mostrar a meu filho a grossura com que dali a instantes lhe iria tratar o rabo. – Tenho a piça bem tesa, não tenho meu paneleirinho, a quem ainda não tirei todas a preguinhas do cu? Tás com medo dela, é? Deixa estar, que quando te tiver tirado todas as pregas vais adorar ver uma piça assim inchada e dura como a minha preparada para te ir ao cu, como a adora ver o teu papá, panasca como tu, e a tua mamã, puta como a tua maninha mais nova. Mas fica descansado por enquanto. Como esse dia anda não chegou, antes de te enrabar vou permitir que o faça primeiro a tua mãe com um caralho que lhe arranjei e que é um bocado mais pequenino e magro do que o meu. Sandra, baixa a calcinha que te vou fazer nascer um caralho nas coxas!

Desapertei as ligas e tirei a calcinha pelas pernas abaixo, sem descalçar as meias. Assim que as tirei Renato colocando-se na minha frente levantou-me um pouco da camisa deixando-ma por cima das coxas, e colocou-me sobre a zona do baixo ventre uma cinta peniana, muito conhecida de meu marido pois muitas vezes a usei com ele quando praticávamos inversão de papeis, e à qual não faltava mesmo um valente par de tomates vermelhos e rugosos. Na verdade o falo postiço, de silicone cor de carne, de que a cinta era dotada não era muito mais pequeno do que o caralho de Renato pois media quase 20 cms. Não era por ser mais pequeno que Renato queria proporcionar mais aquela humilhação a meu filho mais velho, mas apenas por me querer ver a enrabá-lo perante o corno manso lá de casa.

-Gostas de ver a piça tesa da tua mamã puta, meu paneleirinho? – perguntou-lhe exibindo-me perante os outros dois – Toca um bocado à punheta, Sandra, empina bem o teu caralho antes de abrires o cu do teu filho como deve ser. – E depois arrastando-o pelos cabelos puxou-o até junto do meu caralho postiço – Vês como a tua mamãzinha tem um belo caralho mortinho por te entrar pelo cuzinho acima? Não concordas? Ahhh! Achas a piça da tua mãe muito seca para meter num cuzinho como o teu que ainda há pouco tempo foi estreado? Tens razão, os colhões da tua mãe que vês ao penduro não produzem esporra que lhe humedeça a cabeça da piça. Mas podemos resolver esse problema pois há aqui quem os tenha bem cheios. Estás com sorte, corno, que vais despejar as bolinhas hoje com a mamada que o teu papá te vai fazer.

Na verdade a pilinha de 10 cms de meu marido corno estava toda levantada, já que mirone como sempre foi, a perspectiva de ir ver nosso filho mais velho apanhar no cu de mim e do homem com quem ando a pôr-lhe os cornos, excitava-o em demasia. Eu contudo protestei, não me parecia correcto que o meu único papel naquela sessão fosse ir ao cu ao meu filho mais velho com um caralho de faz de conta antes de Renato o enrabar.

- Renato, meu amor – observei-lhe e sacudindo o falo de silicone e as bolas com as mãos - se é só para abrir o cu do Ruizinho para o teu cacete, bem o podias enrabar tu com os dedos. Vocês os três vão-se esporrar todos, e pelos vistos a única que aqui vai ficar a ver navios vou ser eu, que como tu dizes tenho os colhões tão secos que nem produzem esporra para me humedecerem a cabeça da piroca.

- Quem te disse que vamo-nos esporrar os três? –perguntou, rindo-se e beijando-me na boca – Vou deixar o corno do teu marido desaleitar as bolinhas porque vou precisar da sua esporra para lubrificar o cuzinho do meu paneleirinho mais novo, vosso filho. Mas a ele, e uma vez que tu e eu lhe iremos ao cu, Sandra, vou obrigá-lo a reter o leitinho nos colhões, para ele se ir habituando a gozar só com o cu como os paneleiros de verdade. E é claro, minha querida mamã desavergonhada, nunca te iria impedir de gozares com os dois frouxos da forma que eles melhor te podem servir.

Fiquei mais satisfeita ouvindo aquilo. Tendo os dois Ruis a pilinha tão pequenina como têm a melhor forma com que me podem servir na cama é fazendo-me minetes, e nunca provei tanto da língua do meu marido, e agora também do meu filho, como desde que comecei meu relacionamento adúltero como Renato.

- Pega no anel de kali, Sandra, e coloca-o em volta da amostra de piça do teu filho – mandou-me meu amante. O anel ou bracelete de kali deve ser o instrumento de dominação mais temido por qualquer homem com tesão, mais do que o cinto de castidade, pois é um aro metálico de abertura ajustável, cheio de pequenos aguilhões no seu interior e que se deve colocar na base ou na cabeça do pénis do homem, bem apertadinho. É também, quanto a mim, o melhor método para obrigar um homem submisso a conter o orgasmo já que ao menor sinal de entusiasmo que o órgão apresente, logo sente nele umas dolorosas consequências.

Coloquei assim o anel junto à raiz da piça de meu filho mais velho, apertada o suficiente para que os aguilhões ficassem encostados à pele dela mas sem a perfurarem ainda, só para que Ruizinho sentisse o seu contacto e moderasse o seu entusiasmo.

- Agora calça a piça do teu papá com uma camisa de Vénus. COM A BOCA! – ordenou Renato a meu filho o que ele tratou de executar – Vais mamar na piça mal formada que te trouxe ao Mundo, meu paneleirinho filho de uma puta sem moral, coberta com uma camisa de Vénus para aproveitarmos bem toda a esporra dos colhõezinhos do teu papá. ANDA, PANELEIRO FILHO DE UM CORNO MANSO, FAZ UM BROCHE AO TEU PAPÁ ATÉ LHE DESPEJARES TODO O LEITINHO!

Ser mamado pelo filho ou por outro homem não é coisa que agrade ao meu corninho doméstico, que na verdade só se presta a ser paneleiro porque eu e meu amante lho impomos. Ruizinho também não deve ter achado graça a ter de mamar no caralhito encarapuçado do pai, mas igualmente não se atreveu a contestar a ordem. De joelhos fez o que Renato lhe ordenara, e não precisou de muito tempo para fazer o pai esporrar-se todo na sua boca.

- Homem que se vem assim tão depressa bem merece ser corno – comentou Renato batendo na cabeça do corno – Também tens a piça tão curta que a esporra mal te sai dos colhões chega-lhe logo à cabeça. Mas destes uma boa esporradela, não hajam dúvidas. TIRA O PRESERVATIVO DA PIÇA DO TEU PAI, PANASQUINHA, QUE O TEU CUZINHO VAI PRECISAR DE TODO O LEITINHO DO PAPÁ!

Quando meu filho desembrulhou o preservativo da pilinha do pai, nosso amante mandou que ele mo colocasse no meu falo postiço.

- Quero que espalhes bem a esporra ainda quentinha do teu papazinho punheteiro na piça da tua mãe, antes de seres enrabado por ela. Vais deixar a piça da tua mãezinha puta bem lustrosa com a esporra do teu paizinho cornudo. Agora toca uma punheta na piça encamisada da tua mamã putona que dentro de momentos te irá ao cu, panascóide sem tesão, para lhe esfregares bem a esporra do teu pai.

De vez em quando o esgar de dor que lhe assomava na face e os gemidos que soltava, comprovavam-nos que com aquele tratamento a pilinha de Rui por vezes esquecia-se do bracelete de kali, sendo recordada da pior maneira.

- A pilinha mansa, filhote, a pilinha mansa, se não queres transformá-la num furador! – dizia-lhe eu.

- Um paneleiro a sério como vou fazer de ti, não precisa de tesão na piça, especialmente sendo ela tão pequenina, só precisa de tesão no cu – corroborava meu amante.

Com o meu caralho postiço bem ensebado com o esperma do corno, Renato determinou que meu filho me tirasse a camisa de Vénus e se colocasse de quatro.

- A tua mamã vai-te abrir um bocadinho o cuzinho com o caralho dela, paneleirote, antes de eu te acabar de enrabar – comunicou Renato – ENRABA-O SANDRA, COMO SE FOSSES UM MACHO DE VERDADE! Tens a piça bem molhada de esperma, POR ISSO ENTERRA-LHA NO CU ATÉ AOS COLHÕES COMO QUALQUER PANELEIRO APRECIA!

Artilhada como um macho de verdade estava eu. Fui assim ao cu a meu filho Rui, penetrando-o igualmente com os dedos.

- Vou-te deixar o olhinho do cu bem aberto para Renato, filhote – gabei-me. Ir ao cu a um homem mesmo com um caralho de silicone como era o meu, dá uma sensação de poder e domínio como poucas coisas, e fazia-me entender a atitude de Renato que sendo bissexual gosta de ir ao cu a homens mas nunca deixa que se sirvam do seu.

- Abre-lhe bem o cu, querida mamã puta! – exortava-me Renato – O meu caralho está bem inchado, é bom que lhe abras bem o olhinho e o deixes todo lubrificado se não o quiseres ver a guinchar como um porco quando lhe estiver a arrombar o cu, putazinha!

Quando Renato considerou já ter eu feito um bom rombo no buraco traseiro de meu filho, mandou-me tirar o caralho postiço e cuspir para dentro do olho de Ruizinho.

- Segura-lhe as bordas do cu com as mãos, Sandra – pediu-me – A minha piça vai entrar directa nele.

E no olho do cu que as minhas mãos conservavam aberto, lubrificado como estava com a esporra do pai, meu amante enfiou o seu cacete, começando a enrabar meu filho.

- Não és tu que dizes não seres como o teu marido e não gostares de ficar apenas a ver os outros divertirem-se? – questionou-me Renato bombando com gosto no traseirinho quase virgem de Rui filho – Pois então, minha querida, tens pelo menos uma língua à tua disposição. MAS NÃO QUERO NENHUM DOS DOIS PANELEIROS CÁ DE CASA A VEREM-TE A CONA!

Essa é outra das imposições de Renato, a minha rata deve ficar sempre invisível aos olhos dos dois panascas domésticos, mesmo quando eles ma lambem. Com a minha calcinha, cobri assim os olhos do corno, mandei que se deitasse com a cabeça entre as minhas pernas, removi a cinta peniana, e deitei-me sobre o seu rosto com o meu entre-pernas pousado na sua boca.

- Lambe-me a pássara, meia pila! Fode-me com a língua já que pelos vistos esta noite só o nosso filho mais velho vai poder provar do caralho abençoado de Renato – mandei-o fazer-me.

Húmida e com os marmelos duros com o os tinha soube-me tão bem o minete que o corno me fez, como deve ter sabido bem a foda que meu amante deu a Ruizinho. - Escorrega bem a minha piça no teu cu, paneleiro mais novo? – perguntava-lhe Renato – Espero que sim porque foi esporra desta que escorregou na cona da tua mãe quando o teu pai a engravidou de ti e dos teus irmãos. Espero que te esteja a escorregar bem porque ainda tenho suficiente tesão para te continuar a ir ao cu por muito tempo, paneleirinho.

E foi. Enquanto lhe ia ao cu e como gosta de fazer aos parceiros masculinos, Renato ia cutucando a cabeça do seu caralho comprido na próstata de meu filho, fazendo-o ficar com a pila tesa e quando isso acontecia esta espetava-se-lhe nos aguilhões internos do bracelete de kali arrancando-lhe um gemido de dor.

- A PIÇA QUIETINHA, PANELEIRO! – gritava-lhe Renato nessas ocasiões batendo-lhe nas nádegas – Quero-te com a piça murcha como os paneleiros de verdade enquanto te estiver a enrabar. Para tesão basta o que tens no cu, e desse o meu caralho está a tratar dele.

Renato só se veio depois de eu ter já gozado o meu minete, deixando-lhe o reguinho branco de esperma. Mas o meu gozo não foi menos húmido.

- Suga tudo, corninho, suga-me todo o sumo da cona, corninho, ahhhhh, que eu estou a vir-me toda! – suspirava vindo-me com o minete de meu marido

- Bebe do meu leitinho, panasquinha, bebe, que o tesão do teu cu e do de qualquer paneleiro afogo-os eu na minha esporra! – gritava por sua vez Renato ao meu filho vindo-se no cu dele. De-li-ci-o-so!

A festa não acabou. Antes de ser retirado o anal de kali da pilinha de meu filho e de lhe ser posto, e ao pai, o habitual cinto de castidade com que têm de dormir todas as noites mesmo quando já levam para a cama os tomatinhos vazios, como acontecia com o corno meu marido, este foi ainda obrigado a lamber a esperma do rabiote do nosso filho até o deixar limpinho, algo que também já é habitual como conclusão dos nossos encontros familiares a quatro. Apesar de tudo porém, pelo menos para mim e Renato, por mais repetitivas que sejam nunca as achamos demais.


Bjs para todos. Para o Elton Miranda, o Joaquim Ferreira, particularmente. Tb para o Anónimo que acha que eu devia ser lambida na pita por um rotweiller. Na verdade nunca fui lambida por um rotweiller mas já o fui por um são-bernardo. É tb. para pessoas baunilhas como ele que o meu blog foi feito. E fico grata por mesmo achando as minhas confissões asquerosas vc continuar a postar comentários e a lê-las.
Um grande beijo para o Oceaniis, nome que sabe a mar, e eu adoro.

Ainda um pedido de desculpas aos leitores que querem mais peripécias com minha filha Sandrinha. Não queria contar ainda como Renato a comeu sem vos ter contado primeiro como meu filho Rui perdeu a virgindade da pilinha comigo.

O CASTIGO DO MARIDO ESPORRADOR E A RECOMPENSA DA ESPOSA VADIA E DO SEU FILHO

O CASTIGO DO MARIDO ESPORRADOR E A RECOMPENSA DA ESPOSA VADIA E DO SEU FILHO

Desde que meu amante bissexual Renato se instalou cá em casa tomando na minha cama o lugar de meu marido corno Rui e o pôs a dormir no sótão, que este passou a dormir praticamente todas as noites com a pila enclausurada num cinto de castidade, para só poder se aliviar quando ele lho consente. Quando Renato começou a enrabar igualmente o meu filho mais velho que tem o mesmo nome do pai, tornando-o igualmente seu amante, adoptou o mesmo procedimento com este. No entanto como durante o dia não é muito prático para um homem andar com o cinto de castidade ainda que este disponha de um orifício por onde possa urinar, o meu amante dominador consente que andem sem ele. Em contrapartida assim que chegam a casa ou eu ou ele, tratamos de lhes examinar os tomates e o estado do caralhito de ambos e comprovarmos que não os despejaram. Algo que eu já fazia ao corno nos tempos em que namorávamos em Coimbra, e que passei também agora a fazer ao nosso filho.
- Nenhum de vocês os dois, suas paneleiras de meia piça, queira saber o que vai acontecer aos vossos reduzidíssimos instrumentos de macho, se descubro que se esporraram sem minha autorização – avisara-os Renato, e eu estava certa que nenhum deles ia de facto querer saber o que lhes podia acontecer, se o fizessem, pois meu amante adora torturar os seus parceiros masculinos. No entanto, o meu lado mais sádico e o dele, estavam muito desejosos que isso acontecesse.
Nesse final de tarde os meus anseios cumpriram-se. Bem mandado como o meu corninho é, sempre habituado a obedecer-me desde que começámos a namorar, nem foi preciso mandar baixar-lhe as calças e mostrar-me a pilinha para ele, assim que entrou em casa, confessar-me logo que ejaculara durante o trabalho por dentro das cuecas.
- Perdoa-me Sandrinha, minha querida! – implorou, justificando-se – Não toquei nenhum punheta apesar da vontade que sinto, mas tive uma reunião com a minha nova chefe. É uma miúda nova e trazia uma saia curta, com umas perninhas muito bem torneadas. Estou há tanto tempo em jejum que não aguentei a esporra dentro dos colhões. Ainda consegui cruzar as pernas para ninguém perceber que me estava a vir, mas molhei as cuecas todas.
- Pareces um cachopo ainda por inaugurar que não pode ver uma mulher sem se vir todo! – atirei-lhe – Sabes bem como o Renato proibiu os dois de se esporrarem sem sua autorização, e por isso não vai gostar nada de saber isso. E para que nem penses em fugir ao castigo que decerto te vai impor, vais ficar com as cuecas vestidas assim molhadas até ele chegar, compreendido?
Na verdade Renato quando o soube logo foi da opinião que aquela falta não podia ficar sem uma resposta adequada e por isso meu corninho teria de ser severamente castigado, mas todo encantado como se lhe lia nos olhos pela oportunidade de uma sessão de tortura.
- A lição que o vou fazer sofrer será em minha casa. Amanhã à noite. E para que o paneleiro mais novo – acrescentou, referindo-se ao meu filho Rui – saiba o que o espera se lhe acontecer o mesmo que ao pai, quero que o tragas também. Quando ouvir os gritinhos que o papá irá soltar quando lhe estiveres a chamuscar a pilinha e os tomatinhos, há-de pensar muito bem antes de pensar em esvaziar as suas nozezitas.
O facto de Renato querer a sessão em sua casa era sinal claro que pretendia fazer o corno esporrador gritar bem alto, o que na minha não seria conveniente devido à presença da minha filha mais nova, Sandrinha, e do meu filho mais novo, Paulo. Mas as suas palavras também me diziam que seria eu a fazê-lo sofrer, o que me agradou pois gosto do meu papel de dominadora em especial se o desempenho perante um homem tão abonado e macho como era Renato. Afinal, tendo sido a mim que o seu paneleiro mais velho admitira a falta, era justo ser eu a puni-lo por isso.
Na noite seguinte conduzi meu corno e nosso filho mais velho a casa do Renato, onde o castigo do primeiro teve lugar na sala de torturas do mesmo. Fico sempre húmida quando tenho de levar o corno a tal sítio, e nessa noite tendo de levar meu filho mais velho ainda mais húmida me sentia. Propositadamente levava-os nus e amarrados com as mãos atrás das costas, apenas com a habitual coleira de couro ao pescoço e o cinto de castidade contendo-lhes o tesão que eu sabia sentirem, deitados no banco de trás para não serem vistos e fazendo figas para que nenhuma patrulha me mandasse parar, o que felizmente não aconteceu, e nus e amarrados entrarem na casa de meu amante, 15 anos mais novo do que eu, coisa insólita nos meus relacionamentos extra-conjugais pois sempre os preferi ter com homens mais velhos.

- Muito bem, Sandra,! – elogiou quando nos viu chegar – Trazes os dois meias piças como deve ser. PARA A SALA DE TORTURAS, SEUS PANELEIROS DE COLHÕES FANADOS! E tu, meu panasquinha mais novo, vais ver o castigo que reservei para o teu papazinho por se ter esporrado sem minha autorização, e o castigo que te espera se o fizeres igualmente.

Na sala de torturas meu filho foi amarrado a uma estaca, e meu marido deitado no chão. Por ordem de Renato levantou as mãos na direcção da cabeça e eu, juntando-as, tratei de as amarrar numa argola.

- As pernas abertas, corno! – mandou Renato – Quero-te com as ovazinhas todas expostas. Já que não conseguiste conter o leitinho nelas vais apanhar uns bons pontapés nas bolas.

De pernas abertas meu amante determinou que lhe colocasse um bastão de meio metro nos tornozelos de modo a impedi-lo de furtar seus tomates aos pontapés que ia receber neles.

- Vou-te dar o prazer de aplicares uma boa lição no teu corninho, minha querida – concedeu-me Renato, muito afavelmente como eu já calculava – mas vais fazer tudo o que te mandar, percebeste bem? Se o não fizeres, eu mesmo lhe aplicarei em dobro o que tu não fizeres.

Concordei. Meu amante aprecia muito ver-me fazendo de algoz do corno e até do meu filho, e eu confesso que também sempre apreciando sê-lo de meu marido, estava a começar a gostar igualmente de o ser para meu filho - Espero apenas que tenhas trazido uma indumentária apropriada.

Eu trajava uma gabardine bege, e umas botas de cano alto, de couro negro e tacão alto, mas quando a tirei Renato constatou que eu viera vestida de um modo apropriado para desempenhar o meu papel, pois por baixo dela trazia vestido um corpete azul escuro, muito justo ao corpo e com a parte de cima das mamas destapadas, e uma saia da mesma cor por cima do joelho. Completava a minha vestimenta uma calcinha curta vermelha, que eu baixando-me exibira já para os três homens. A minha figura provocava tesão a todos, efeito que eu pretendia provocar.

- Estou bem assim? – perguntei, rodando-me para Renato.

- Muito bem, mesmo! – confirmou – Estás pronto para dares uma dolorosa lição ao corno manso com quem casaste?

- Prontíssima! Por onde queres que comece? – respondi-lhe com um brilho guloso nos olhos, nunca achei tanto prazer em torturar o chifrudo meu marido como quando meu amante Renato está presente.

- Começa por lhe tocar uma punheta, Sandra! Quero ver-lhe o simulacro de piça em pé, bem teso. Mas tu, ó corno, tem cuidado! Nada de te esporrares! Por te teres esporrado é que estás aqui, não te esqueças!

Punheteei a pilinha de Rui durante um bocado até a deixar bem tesa e empinada, notando pelo canto do olho que também a de meu filho, assistindo a tudo, se ia entusiasmando com a visão da segóvia que eu tocava ao pai. Renato entretanto acendera uma grossa vela de cera.

- Uma vela destas acesa, merecias tu que ta enfiasse no cu, paneleiro cornudo com pouco tesão na piça – ameaçou-o – mas acho que uma chama destas é igualmente apropriada para te castigar o caralhinho que não soube conter a esporra. PEGA NA VELA, SANDRA! VAIS DESPEJAR-LHE O LIQUÍDO A FERVER NA CABEÇA DA PIÇA, PARA ESSE CORNO APRENDER A NÃO ESPORRAR-SE SEM A MINHA AUTORIZAÇÃO!

O olhar de terror que Rui fez ouvindo tais palavras. Mas não foi apenas o olhar. Todo o seu corpo estremeceu, torceu-se todo, gritou. Vi que meu filho empalidecera embora aquilo não fosse nada com ele. Pelo menos por enquanto.

- Não! Por favor querida! Não me despejes o liquido da vela na cabeça da minha piça. NÃO!

Mas ao mesmo tempo o fascínio que um masoquista como ele tinha estampado no rosto perante a sugestão de um tal castigo ministrado pela esposa que sempre fizera dele tudo o que quisera.

- Calado, cornudo! Eu não te tinha avisado, e á paneleirinha do teu filho, o que vos ia acontecer? – gritou-lhe Renato - Sofre um castigo como um homem completo que nunca chegarás a ser e honra ao menos a amostra de colhões que tens. COMEÇA, SANDRA, COMEÇA, OU COMEÇO EU!

E eu comecei, excitada, excitadíssima como sempre, com cada grito que cada pingo de cera a ferver derramada sobre a sua piroca o fazia soltar.

- NÃO, NÃO! POR FAVOR MAIS NÃO! – pedia o corno rebolando-se o mais que podia a cada pingo de cera, mas sempre com o caralho teso, sinal que aquilo lhe estava sabendo muito bem.

- NA CABEÇA DA PIÇA, SANDRA! QUERO QUE A CERA FERVER CAIA SOBRE A CABEÇA DA PIÇA DO CORNO, SANDRA! – gritava-me Renato tão excitado como eu. – Abre-lhe bem a cabeça da piça com uma das mãos para que a cera entre bem dentro dela, podes muito bem segurar a vela só com uma mão. Não te preocupes com os gritos do rabeta que alem de nós ninguém os ouvirá.
E eu abrindo-lhe a cabeça da pilinha como se lhe fosse enfiar uma algália verti-lhe seguramente mais uma meia dúzia de pingos de cera quente que lhe devem ter doído bastante, dizendo-lhe que eram para queimar o resto de esporra que ainda estivesse dentro dela.
- Vou deixar o que te resta da esporra que tens nos tomates mais quentinha do que nos dias em que me emprenhaste os ovários, corno – ameacei-o dançando com a vela no ar antes de lhe deixar cair mais um pingo.
- Derrama-lhe no resto da piça, Sandra! – mandou meu amante – E nos colhõezinhos de codorniz também. Ainda tens muita vela. E tu, meu paneleirinho mais novo, presta bem atenção ao que a tua mamã está a fazer ao teu papazinho corno, ou não tarda muito e em breve será na tua piça aberta que mandarei a tua mamãzinha verter pingos ferventes de cera.
Mas também este estava excitado com aquilo. O seu caralhito apresentava os seus 10 cms máximos de extensão e só o medo de sofrer igual tratamento o impedia de soltar pelo menos algumas gotas de esporra dele, disso estava eu certa já que fui quem o pariu. Já vira muitas vezes o pai ser enrabado, humilhado e chicoteado por mim e por meu amante mas aquela tortura a que assistia pela primeira vez, na inocência dos 19 anos, deixava-o entesado por demais. A sua pilinha erecta e virgem não parou de oscilar enquanto me viu, por longo tempo, derramar a parafina sobre o caralho e os ovitos do pai até lhe deixar um espessa crosta endurecida de cera neles.
-Até parece teres a piça e os colhões cobertos com uma máscara de cera, corno! – observou-lhe Renato – Tens vergonha de mostrares umas coisas que mal se vêem, é? Pois conheço um bom meio de te quebrar essa mascarazinha e a putazinha da tua esposa até veio bem calçada para ta quebrar. Sandrinha, minha putazinha querida, trata de dar bom uso às tuas botas que te ficam um tesão, e prega uns valentes pontapés nos tomatinhos do corno que te pediu a mão.
Não sei quantos foram, mas tive o prazer de pontapear as bolinhas de meu marido durante muito tempo, ainda que com intervalos de tempo, acertando-lhes por vezes com as biqueiras, por vezes com o peito do pé, de frente e de lado, por vezes pontapés mais fracos, mas outros desferidos com muita mais brutalidade, pois com o bastão nos tornozelos meu marido Rui não tinha como se furtar deles, apenas gritar e contorcer-se todo de dores, aproveitando para o humilhar.
- Este pontapé é pelas vezes em que te abri as pernas e nem senti a tua piça fininha coçando-me as bordas, meu peia pila, este é pelas dores dos partos que a tua minúscula verga me fez dar à luz por três vezes, este é pelos gigolôs que te fiz pagar para me darem prazer por andar farta da levar com a tua varinha raquítica, este é pelas punhetas que te toquei com as mãos e com as mamas, punheteiro que eras ainda quase virgem quando me conheceste, e ESTE É PARA VER SE TE CRESCEM OS COLHÕES, CAPADINHO COMO OS FILHOS QUE ME FIZESTE!
O som deste pontapé ouviu-se bem alto, assim como o grito que se lhe seguiu. Felizmente que embora muito pequeninos meu marido corno os tem calejados, senão muito provavelmente com a violência do meu pontapé teriam virado omeleta.
Muito maltratados ficaram os ovos do pai dos meus filhos pois meu amante mandou-me igualmente calcá-los e pisá-los e com tal tratamento, da dureza com que a minha punheta a deixara, não tardou a não restar nada.
- Já não tens tesão, meu boi? – perguntou-lhe então Renato pegando-lhe na pilinha murcha e toda marcada, pela primeira vez nessa noite - Aposto que tão cedo por mais vezes que voltes a ver as perninhas da tua chefe novinha, e mesmo que ela te mostre a cona e ta faça lamber como tanto aprecias, não sentirás vontade de te voltar a esporrrar. Mas mesmo assim, de agora em diante, tu e o panasquinha do teu filho mais velho, vão passar a usar durante o dia um anel de kali, o que não vos deixará dar livre azo ao vosso tesão se o sentirdes. Mas hoje, já que estamos todos aqui agradavelmente reunidos, não queria perder esta oportunidade sem mostrar ao teu filho mais novo um derradeiro castigo reservado para os esporradores não autorizados: a maquinazinha de choques eléctricos. OBSERVA, DONZEL, O QUE AINDA VAI ACONTECER À PILINHA E AOS COLHÕEZINHOS DO TEU PAPAZINHO CORNO! Sandra, a máquina de choques eléctricos! Vais ser tu quem fará passar a corrente eléctrica nas partezinhas do teu marido frouxo!
- Querido – intervim – o teu paneleirinho mais velho pode estar agora sem tesão, mas eu pelo contrário, estou toda húmida por lho ter tirado aos pontapés e com a cera a ferver. E ainda mais húmida ficarei do grelinho com a nova sessão que me obrigas a fazer. Consente-me ao menos um consolozinho do género daqueles que o corno tão bem me sabe fazer.

Meu amante percebeu o que eu queria: um minete. E consentiu-o.

- Com certeza, querida, da língua do teu corninho, não te nego eu nada. Só não quero que te veja a cona enquanto te faz o minete. Venda-lhe os olhos e senta-te em cima da cara dele. Enquanto o focinheiro te lambe o grelo volta a punheteá-lo. Vê se lhe consegues pôr o palito em pé, ia gostar mais de o ver sofrer os choques eléctricos com o caralhito em pé, do que murcho como está agora.
Eu também e o corno idem aspas, com certeza. Sentada em cima da cara dele, com a punheta que lhe toquei e o cheiro da minha cona em cima do seu nariz, não tardou que o esporrador se entesasse de novo e me fizesse gozar com o minete que me proporcionou. Masoquista como Rui sempre foi a promessa de um outro doloroso castigo nas partes deve tê-lo deixado tão entusiasmado como o trabalho das minhas mãos e o cheiro e o sabor da minha cona.
- Tens mesmo a tua amostra de piça a pedir para levar um tratamento de choque, corno - comentou Renato olhando-lhe para o palito todo enchumaçado – e isso é trabalho para a Sandra. Já sabes como se faz, por isso começa, querida. Quero que lhe deixes a cabeça da picinha e os colhões bem chamuscados pela corrente eléctrica, tal como fizeste com a cera a ferver.
Já com minha passarona mais calma graças ao minete com que o corno a brindara, tratei de ligar a máquina a uma tomada da sala. A máquina não passa de uma artesanal caixa de madeira, cuja intensidade de corrente varia de 1 a 5 volts e pode ser controlada por um botão, sendo constituída na ponta por um cabo envolto em borracha com uma ponta descarnada por onde a corrente eléctrica é descarregada. Assim que a liguei na corrente, brandi o cabo no ar fazendo o botão girar de 1 a 5, para que todos os homens na sala ouvissem as chispas eléctricas que se ouviam a cada descarga.
. - O som do poder de uma descarga eléctrica e de quem o comanda – brandi – o som e a fúria de uma descarga eléctrica destinada a destruir todos os restinhos de uma esporradela que nunca deveria ter saído dos colhões mal formados de onde nasceu. PREPARA-TE, CORNO! VAIS-TE ARREPENDER DE TODAS AS ESPORRADELAS QUE JÁ TIVESTE!
Ajoelhada agarrei-lhe a pilinha, junto às bolinhas, com uma das mãos abri-lhe a greta da cabecinha depois de a ter limpado do esperma, e encostei-lhe a ponta descarnada do cabo nela. Aiiiiiiiiii, ouviu-se.
- Doeu-te, corninho? – perguntei-lhe em chiste, sentindo como o caralho lhe definhava todo entre os meus dedos – Aposto que sentiste a potência do choque bem no fundo dos teus colhõezinhos de punheteiro rabeta, não sentistes? Pois este só tinha um volt, e foi o primeiro de muitos, corninho. A tua pilinha vai senti-los a todos. De 1 a 5. Depois aplicarei a mesma receita aos teus colhõezinhos que a essa hora já devem estar bem sequinhos. Depois começaremos de novo na tua pilinha. E depois outra vez nos teus colhõezinhos. E assim sucessivamente. E sabes quando pararemos? Quando Renato mo mandar, ou quando eu tiver a certeza que tão cedo NÃO VOLTARÁS A PÔR A TUA PILINHA EM PÉ NEM TERÁS VONTADE DE TE ESPORRAR, CABRÃO! Quero-te deixar sem tesão esta noite, e nas muitas noites seguintes, aliás não me importava de te deixar sem tesão para o resto das tuas noites e deixar-te tão capadinho como sempre sonhaste ser, porque sempre arranjei coisa melhor que essa tua coisinha ao penduro!
Renato disse logo que sendo essa a minha intenção ele nunca me mandaria deter antes de a ver cumprida, pelo que isso significava dar-me carta branca a mim, e deixar o corno à mercê da sua sorte o que efectivamente aconteceu pois tudo se passou como eu tinha descrito, apesar dos constantes e insistentes pedidos de clemência de meu marido, e do seu caralho se apresentar cada vez mais diminuto e os seus tomatinhos cada vez mais encarquilhados e sumidos.
- PÁRA, SANDRINHA, MINHA QUERIDA, PÁRA! PROMETO QUE NUNCA MAIS ME ESPORRO! NUNCA MAIS MESMO SE FOR ESSA A VOSSA VONTADE, MAS PÁREM, PÁREM, POR FAVOR! A MINHA PIÇA NÃO AGUENTA MAIS! – gritava o corno contorcendo-se e procurando encolher-se todo a cada descarga.
-Não te esporras, não, meu grande boi, nem que tenha de te electrificar os colhões até tos deixar como duas bolinhas de carvão! – respondia-lhe dando-lhe mais uma descarga neles, e novamente a sentir-me ficando húmida pois nada me dá mais prazer do que exercer o meu poder num homem frouxo no sítio onde lhe mais dói.
Apesar da sua promessa foi Renato a considerar que os instrumentos masculinos de meu marido já estavam suficientemente maltratados e sem capacidade para se aliviarem por um bom tempo mesmo sem o uso do cinto de kali, não sendo assim precisos mais choques eléctricos neles.
- Mas tiremos a prova – sugeriu – tu e o paneleirote do teu filho mais velho vão massajar-lhe as bolas e o piçante com as mãos e a boca. Se o conseguirem pôr de pé autorizo que se repita a sessão. Do inicio.
Que nada! Apesar dos nossos esforços e boa vontade, a piça do corno meu marido tinha-se aposentado, lá engrossava qualquer coisa sendo punheteada mas logo voltava a cair pela base, sem se poder segurar firme como a dos machos na cobrição.
-– Vês como se tira todo o tesão a um boi manso como tu sem lhe despejar os ovinhos? Estão a ver todos? – perguntou Renato aos dois ao fim de algum tempo, abraçando-me e beijando-me na boca – E tu, Sandra, graças ao teu bom trabalho, o teu corninho manso tornou-se num capãozinho bom apenas para apanhar no cu e te lamber a cona. Espero que fique assim por muito tempo, tal como todos os piças curtas como ele, incluindo o teu filho. Conto que um dia destes se for preciso fazer-lhe o mesmo a ele não o poupes como não poupaste esta noite o pai, minha querida.
- Não o pouparei, meu amor, fica certa – e juro-vos estar sendo sincera, julguem-me como me julgarem. Aliás, pelo olhar de Ruizinho, estava eu igualmente segura que apesar do medo que aquilo lhe provocava, tendo ele as mesmas taras do pai, estava desejoso que lhe acontecesse em breve a mesma coisa. – E quanto o corno conservar o tesão ou não, tanto se me faz. Sabes bem que enquanto me quiseres como tua nunca me entregarei a ele por mais tesa que tenha a piça e mais cheios que traga os colhões, mesmo que só me queiras para te lavar os pés, ou te servir com a língua.
- Pelo que fizeste hoje, e por essas palavras que acabas de dizer, bem mereces receber a recompensa que tanto aprecias e te queixas tão poucas vezes eu ta dar. Hoje vou-te dar uma bruta foda na cona como tanto gostas – e puxando-me para si, apalpou-me o cu e a rata por baixo da saia já que desde o minete do corno eu me encontrava sem calcinha, voltando a beijar-me a boca, e esfregando-me o caralho teso por entre o fecho aberto das calças – Contrariamente ao teu marido nunca tive muitas tendências para mirone, mas vendo-te a dar choques eléctricos nos penduricalhos do corno, deu-me cá um tesão. ..
Com que agrado ouvi aquilo! Renato é um típico bissexual activo, tal como com os homens, os seus paneleiros, também com mulheres gosta mais de se nos servir do buraco da retaguarda do que do outro, ao fundo da barriga. Comer-me a pássara era quase uma raridade, bem vinda como todas as raridades.
- No entanto como não sou o único a ter a piça tesa, e com vontade de te aleitar a cona com ela, Sandra, e como acho que o paneleirinho mais novo, teu filho de piça virgem, deve ter aprendido a lição, vou deixá-lo verter a langonha que tem nos tomatinhos nela, antes de mim. Que me dizes, meu piça de punheta, gostavas de a despejares na cona da tua mamã já que nunca tiveste outra cona onde o pudesses fazer?
Mesmo que tivesse estou certa que a resposta seria sempre sim. Confesso também que ouvindo meu amante perguntar-lhe aquilo pensei que ele me iria fazer tirar a virgindade da pilinha a meu filho, propósito que Renato andava cozinhando há algum tempo. E tal perspectiva que anteriormente me repugnava era agora contudo uma ideia que eu própria começava a acariciar. A iminência de ser naquela altura, sem eu ter sido consultada e às ordens de meu amante, excitou-me muito tenho de admiti-lo, tirava-me a responsabilidade de ser eu a entregar-me e roubar a última réstia de inocência que restava a Ruizinho, e foi por isso com muita desilusão que não tardei a perceber que Renato não ia ainda deixar meu filho meter-ma.
- Vais-te deitar no chão, Sandra, com as pernas abertas, e a saia puxada para cima. O teu filho vai-se acocorar ente as tuas pernas, o cu virado para ti. Tu, Sandra, tratar-lhe-ás de puxar a piça toda para trás das coxas até ela te tocar na cona, e tocar-lhe-ás uma punheta muito bem tocada até o fazeres despejar todo o leite em cima dela. Vamos, podem começar! E enquanto a tua mãe te toca ao bicho, trata de ocupar a tua linda boca de menina chupando-me no caralho, panasca! ABRE A BOCA!
Foi de pé que Renato apresentou seu caralho enchouriçado de 22 cms na boca de meu filho que tratou logo de o abocanhar. Eu agarrei na pila dura de Ruizinho, puxei-a toda par trás fazendo-a descrever um arco por entre as coxas o que a amoleceu um pouco e o fez gemer – nunca deixar nenhum dos seus paneleiros esporrar-se sem dor é o lema de Renato para manter os homens submissos – levantei um pouco as ancas para que a sua cabecinha melada se encostasse na minha greta, e esfreguei-a nos lábios vaginais antes de a começar a masturbar.
- Huuumm! – suspirei – Que pilinha tão pequenina tens, meu filho! Não admira que ainda sejas virgem com a idade que tens! Aposto que todas as raparigas te gozam quando te vêm a pilinha, não gozam meu filho? Eu também gozava os rapazes como o teu pai, que tinham a pilinha assim pequenina, embora nenhuma fosse tão pequenina como as vossas duas e a do teu irmão. Huuumm! Quero-ta esfregar toda na minha rachazinha para ela sentir bem a diferença do cacete do Renato quando ele mo meter, e ver a sorte que tem por eu dispor de um macho tão bem servido.
- Esfrega bem a cona da tua mãe, paneleirote focinheiro, que ao menos para lhe esfregares a cona por fora a tua piça serve! – mandava-o Renato mergulhando-lhe a verga bem fundo na boca – E chupa-me a piça como deve ser se queres que a mamãzinha te toque uma punheta, panasca! Há-de ser a tua esporra e a saliva com que me estás a lavar a piça a servirem de lubrificante para a foda que vou dar à tua mãe!
E foram, aliás para não fugir ao costume. Com a pila toda dobrada como se lha quisesse quebrar ao meio, fiz meu filho desaguar todo o seu leitinho com a cabeça da pila encostada na entrada da minha pachacha.
- Basta o cheiro da cona da tua mãe para te fazer esporrar, virgenzinho de piça! – comentou desdenhosamente Renato – E queres tu comê-la como se fosses um homem a sério e não um fanadozinho, com esporra a golfar da cabecinha. Fecha os olhos e trata de te redimires dessa tua esporradela tão rápida lambendo-lhe o grelo como lhe fez o teu pai, e lhe espalhares bem a esporra que derramaste, antes de eu lhe ir ao pito e vos mostrar como um homem o faz. E AI DE TI, QUE ABRAS OS OLHOS E ESPREITES A CONA DA TUA MAMÃ!
Claro que Ruizinho não o ia fazer, ainda para mais tendo os ovinhos despejados. De olhos cerrados fez-me um minete tão delicioso como o que o pai me fizera, espalhando-me com a língua o sémen como se de um creme vaginal se tratasse, arrancando-me alguns deliciosos gemidos de prazer e deixando-me mais receptiva para receber o meu amante, que não tardou a colocar-se em cima de mim, fodendo-me a rata na posição de missionário até nos virmos os dois em conjunto, num orgasmo monumental como todos os que obtenho na sala de torturas de Renato. Ahh, o poder, o poder, o domínio sobre os outros, em especial se são do sexo masculino, ahhhhhhh, como isso me embriaga, me faz perder o controle de mim até recuperar o equilíbrio num orgasmo final e avassalador porque regado com o sofrimento e o prazer dos dois submissos domésticos, que por acaso são pai e filho.
Voltamos os quatro para casa tarde, pois não queria deixar os outros meus dois filhos sozinhos o resto da noite e quando eu e Renato nos deitámos ele perguntou-me qual fora a sensação de sentir a piça melada de meu filho mais velho esporrando-se na minha cona. Já há muito que me fala de eu o desvirginar e também já percebeu que cada vez mais a ideia me atrai embora não pelo prazer físico em si que tal acto me possa proporcionar, mas pelo proibido, o tabu que tal acto desperta. No entanto para não o demonstrar, respondi-lhe:
- Como me ouviste dizer-lhe antes de o punhetear, pilinhas como a dele, e a do pai, só inspiram risos a uma mulher e vontade de facto, de os deixar aliviar-se à porta da cona delas e não dentro delas. Para isso existem as dos machos abonados como tu, meu querido.

A resposta agradou-lhe:

- Ainda bem que pensas assim. Já fostes puta e aliviaste muitos fazendo de conta que as piças deles nem estavam dentro da tua cona, não é verdade minha linda? Pois talvez um dia te mande abrires as pernas ao teu primogénito, e nessa altura vou querer que te comportes como a puta que eras na altura, deixando-o esporrar-se todo dentro de ti como se fosses um boneco inanimado. Consentes?
Nem lhe perguntei porque um sujeito nada propenso a ser corno está tão interessado em fazer meu filho perder a virgindade da pilinha comigo, mas também não o quis saber. Como com todos os meus amantes, Renato é o meu macho Alfa, faço tudo o que ele mandar sem questionar grande coisa. No entanto ainda tentei obter uma garantia.
- Nunca pensei em vir a dar para um filho meu. Mas se me prometeres cornear com a minha filha e me deres mais fodas deliciosas destas no buraco onde as mais gosto de levar em vez de me preferires sempre dar no cu como se eu fosse um paneleiro dos teus, amo-te tanto Renato, porque não?
- A tua ilha tá no papo, quando me apetecer, ela é tão puta como tu, Sandra – respondeu-me voltando-se sobre mim na cama e beijando-me pelo corpo todo – E como não pretendo pedir-te permissão outra vez, antes que mudes de ideias, amanhã mesmo a pilinha do teu filho provará um pouco mais do que provou hoje da cona de uma mulher, e logo da cona de uma mulher pela qual tanto sonha: a da sua mamãzinha puta. Não será ainda uma foda completa como ele gostaria, mas com a presa com que se esporra mal sente o sabor da tua cona, Sandra, o melhor mesmo é não dar-lhe a provar logo tudo à primeira vez, mas em ir-lhe aguçando apetite aos pouquinhos.
Aguçar-lhe o apetite aos pouquinhos já nós andávamos há bastante tempo, mas mesmo assim eu não deixava de concordar plenamente com meu amante. E excitada adormeci abraçada a Renato, o melhor amante do Mundo e arredores.

Educando as novas gerações

Educando as novas gerações

Chega um momento em que as mulheres ficam maternais. E nesse momento, tudo o que queremos, é passar adiante as coisas que aprendemos na vida para as novas gerações.





E entre os jovens, muitos são os que a sociedade já ensina a serem machistas, pegadores, comedores, malandros e superficiais. E algumas mulheres mais velhas até tiram suas casquinhas desses moleques mais jovens.
Mas poucas são as que se preocupam em educar também os que tem um talendo submisso, pra aprenderem a não sentirem culpa de experimentar o outro lado: o de homem manso, felxível e submisso. Inclusive, tenho uma conhecida que é quase tão infiel quanto eu, com anuência e permissão do marido. E já educa o filho pra seguir o mesmo caminho. Não sei se aprovo completamente, mas a verdade é que são todos muito felizes.
E você, o que acha que deveria passar para as novas gerações?

Obs: Artigo retirado do site Fêmea Infiel: http://femeainfiel.blogspot.com.br/2013/01/educando-as-novas-geracoes.html?zx=10c4c0f42eac663f