O casamento de Marcos e Helena já durava oito anos quando o desejo dele começou a aparecer de verdade. Não era ciúme. Era o contrário. Marcos implorava para ser corno. Dizia que queria ver outro homem foder a mulher dele, que queria ouvir ela gemer para outro, que queria se ajoelhar depois e limpar tudo.
Helena recusava. Sempre. Dizia que aquilo era nojento, que ela não era puta, que respeitava o casamento. Ele pedia de joelhos, oferecia massagem, jantar, até chorar. Ela virava o rosto.
Até o dia em que ele colocou o envelope na mesa.
— Cinquenta mil. À vista. Você fode com outro homem na minha frente. Eu assisto. Depois você manda o que quiser.
Helena ficou olhando o envelope por um tempo longo. Depois olhou para o marido. Tinha nojo. Tinha curiosidade. Tinha raiva de ele ter insistido tanto. E tinha o dinheiro.
— Se eu fizer isso — disse ela, voz baixa —, não tem volta. Você vira meu corno de verdade. Entendeu?
Marcos engoliu em seco e balançou a cabeça, já de pau duro.
Ela escolheu o homem: Ricardo, um conhecido musculoso, pau grosso, que sempre olhava para ela no condomínio. Helena ligou, foi direta. Combinaram para o sábado à noite.
Quando Ricardo chegou, Marcos já estava sentado na poltrona do quarto, calça aberta, punheta lenta. Helena abriu a porta de camisola preta, sem calcinha.
Não teve conversa longa. Ela puxou Ricardo pela camisa, beijou a boca dele com língua, gemendo alto de propósito. Depois desceu, ajoelhou e engoliu o pau grosso até a garganta, babando, olhando para o marido enquanto chupava.
— Olha o seu corno aí — disse ela, com a boca cheia. — Tá vendo como eu chupo um pau de verdade?
Ricardo riu, segurou o cabelo dela e fodeu a boca. Helena deixou. Engasgou, salivou, deixou escorrer no queixo. Depois subiu na cama de quatro, arqueou as costas e falou:
— Mete. Mete fundo. Quero que o corno veja essa buceta engolindo seu pau.
Ricardo enfiou de uma vez. Helena gritou. Não era teatro. O pau dele era mais grosso que o do marido e ela sentiu a diferença imediatamente. Começou a rebolar como puta ensandecida, pedindo mais forte, pedindo no fundo, xingando, gemendo o nome do comedor.
— Assim! Assim, porra! Fode essa buceta casada! Enche ela!
Marcos masturbava desesperado, quase gozando só de ver. Helena olhava para ele de vez em quando, com um sorriso cruel.
— Tá vendo, corno? Sua mulher gozando no pau de outro. Sua mulher virando puta por dinheiro. E você pediu.
Ricardo virou ela de costas, segurou as coxas e fodeu mais fundo. Helena gozou duas vezes, perna tremendo, buceta apertando. Quando o comedor avivou o ritmo, ela segurou os quadris dele.
— Goza dentro. Quero a porra toda na minha buceta. Quero que o corno limpe.
Ricardo gozou fundo, gemendo, enchendo ela. Ficou pulsando, vazando. Quando tirou o pau, um fio grosso de porra escorreu pela xoxota inchada e desceu em direção ao cu.
Helena se sentou na beira da cama, abriu as pernas bem abertas e chamou o marido com o dedo.
— Vem, corno manso. Agora você ganha o que pediu.
Marcos rastejou até ela. Helena segurou a nuca dele e enfiou a cara na buceta.
— Lambe. Limpa tudo. Engole a porra dele. Não deixa nada.
Marcos obedeceu. A língua passou pela buceta quente, inchada, cheia de porra. O gosto era amargo, salgado, misturado com o cheiro dela. Ele lambeu, chupou, engoliu. Helena puxou a cabeça dele mais para baixo.
— Agora o cu. Tem porra escorrendo no meu cu também. Limpa.
Ele lambeu o cu melecado, a língua passando na pele suja de porra, engolindo o que encontrava. Helena gemeu de nojo e prazer misturados, empurrando o rosto do marido contra ela.
— Isso. Bom corno. Engole tudo que outro homem gozou na sua mulher.
Quando ela considerou limpo o suficiente, puxou o rosto dele para cima e beijou a boca suja. Depois riu.
— Daqui pra frente é assim. Quase todo dia. Você vai ver eu foder. Vai ver eu chupar vários paus numa noite. E depois vai lamber minha buceta, meu cu e beijar essa boca que mamou outros homens. Entendeu, corno?
Marcos, de joelhos, pau ainda duro e humilhado, só conseguiu dizer:
— Entendi.
Desde aquela noite, Helena não parou mais. Às vezes era um. Às vezes eram dois. Ela chegava em casa de madrugada, saia, cabelo bagunçado, boca inchada, buceta e cu escorrendo. Mandava o marido ajoelhar no tapete, abria as pernas e enfiava a cara dele no meio.
— Lambe essa buceta gozada. Limpa o cu também. Beija a boca da sua puta.
E Marcos lambe. Engole. Beija. Sempre.
O envelope já acabou há muito tempo. O dinheiro não importa mais. Helena descobriu que gosta. Gosta de foder na frente dele. Gosta de mandar. Gosta de ver o marido de quatro, língua para fora, limpando a porra de outros homens.
E Marcos, o corno manso que implorou tanto, finalmente tem exatamente o que pediu.





