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O PROFESSOR QUE NÃO TINHA TESÃO
Nos meus tempos de estudante prostituta em Coimbra tive um cliente, assistente universitário, que só se entesava depois de umas boas chicotadas após o que fodia que nem um galifão. Certo dia no Bar da Faculdade de Direito apresentou-me um seu colega de pouco mais de 40 anos e bem vestido, professor convidado de uma outra faculdade. Disse-me andar ele interessado em requisitar os serviços de uma moça de costumes largos, tipo topa tudo, e pelo que conhecia de mim achava ser eu a moça indicada pelo que me queria apresentar a ele. O professor convidado, de quem já ouvira falar como uma autoridade na sua matéria, contudo não achou ser aquele o sítio indicado para me explicar o que pretendia de mim e por isso nessa noite encontrámo-nos num café da Rua da Sofia.
Nessa época ainda nem se falava em Viagra e o professor explicou-me então ser impotente sempre que tentava pôr-se numa mulher, embora conseguisse ejacular vendo e humilhando verbal e fisicamente um casal transando. Disse-me ser bem dotado de genitais e que por isso tinha preferência por um homem com eles curtos, apresentando tendências masoquistas que não se importasse de apanhar. Tal descrição assentava que nem uma luva no meu namorado corninho, Rui, e por isso lhe disse ter o parceiro ideal para executar tal fantasia, manso e com um pirilau tão curtinho que mais parecia o de um eunuco, desde que me pagasse os mesmos três contos de reis que o seu colega do chicote me pagava por tal sessão, já que ia ser uma fantasia algo pesada. O novo cliente aceitou o preço e Rui que já participara comigo em algumas transas com clientes discretos, deixando-me o pagamento integralmente para mim pois que nunca aceitou receber nada pelo seu desempenho, sabendo que ainda por cima ele é quem me iria montar às custas do outro, aceitou igualmente após o cliente nos ter dado a sua palavra de honra de não revelar a ninguém o tamanho dos genitais do meu namorado, coisa que então Rui não gostava de ver divulgada publicamente, tanta vergonha sentia de ser tão diminuído de pau e bagos.
O encontro deu-se na vivenda arrendada onde morava só, numa artéria tranquila muito procurada pelos professores universitários, o que me tranquilizou. Tomei logo o dinheiro como qualquer puta sabe se deve começar por fazer e o professor levou-nos para a cave onde estava montada ao centro uma mesa com correntes, e um chicote de cabedal com tiras. Também não faltavam cordas pelo chão e como ele me prevenira que também eu gemeria de dor não tive dúvidas que ele iria usar aqueles instrumentos de domínio em ambos, perspectiva que confesso não me agradou muito.
- É bom que tenhas mesmo uma piça muito curta – disse voltando-se para Rui – doutro modo vou-te pôr para correr todo nu. E agora rápido, dispam-se os dois.
Bom, o perigo de Rui ser posto para fora, peladão, não existia pois que meu corninho tem a pila mais curta da Terra, digo-o eu que já perdi a conta às que vi. Despimo-nos e de facto quando o professor viu o bastãozito de meu acompanhante, ainda murcho e bastante apontado para o chão já que não se sentira estimulado o suficiente, não deixou de expressar seu regozijo por o ver tão mal servido.
- A tua amiga que é puta é que pode dizer se alguma vez viu caralho tão curto como esse. Quando lhe pedi para arranjar uma piça pequena nunca pensei que conseguisse arranjar uma assim tão desprovida de tamanho. Fantástico! Ora levanta lá esse bocadinho de piça para te vermos os colhões. Pois, bem me parecia. Esses não são colhões de homem que fode. Mirrados como os apresentas só podes ser impotente. Diz lá, piça curta, tu tens tesão?
Rui dizia-lhe que sim mas o professor respondia-lhe que anatomicamente não só era impossível como se o tivesse não seria capaz de satisfazer mulher alguma. Podia-lhe ter respondido mas conservei-me calada pois o cliente sem nada me perguntar mandara-me que o despisse a si integralmente e eu obedeci-lhe até o deixar nu. Seu cacete não era circuncidado mas era enorme e moreno como o resto do corpo, o que me pareceu indício do doutor praticar nudismo regularmente, e muito embora estivesse murcho era bem mais grosso que o do meu meia pila que vendo-me despindo o sujeito se começara a entesar.
- Faz-lhe umas festas, rapariga, e vê se as tuas mãos e a tua boca me conseguem pôr a verga em pé, que te pago a dobrar se o conseguires – disse-me ele e eu comecei a acariciar-lhe o saco avantajado enquanto lhe mamava na piroca. Podia perfeitamente sentir que de facto apesar de o professor ter uns instrumentais bastante generosos seu caralho era mole como o de um menino e parecia incapaz de uma erecção por mais que me esforçasse por ganhar os 100% de gorjeta que me prometera. Rui pelo contrário, que o melhor sexo que lhe posso fornecer é oferecer favores sexuais a outro na sua presença, estava agora com o palito totalmente insuflado e a cabecinha a ficar melada. O professor vendo-o parece ter decidido dar-nos uma lição sobre a evolução das espécies pois lhe disse:
- Como é que tu consegues ter tesão com o bocadito com que nasceste e eu não apesar de possuir instrumentos bem maiores que os teus e ter uma boazona a chupar-mos, se já desde os tempos de Darwin se sabe que o tamanho de um órgão varia consoante a finalidade para a qual ele foi concebido e o tamanho do teu não pode ser concebido para foder?
Nenhum de nós tinha resposta para aquilo nem estava interessado nela mas ele empunhando uma corda amarrou os pulsos de Rui de maneira a cobrir-lhe os genitais e pela primeira vez nas minhas aventuras com ele senti-lhe medo pois o seu pauzinho voltara a murchar. O professor ficou contente vendo-o brochando e passou a ponta da corda por um aro que só então reparei existir no tecto e que voltaria a encontrar muitas mais vezes pela vida fora com pessoal que curte sadô. Mostrando ser um homem forte, o professor de currículo científico invejável esticou Rui ao máximo por cima da mesa com correntes antes de fixar a corda no pé de um móvel. Rui não estava numa posição nada cómoda mas vê-lo naquela situação de completa submissão excitou-me grandemente o que me fez ficar com os bicos das mamas duros.
- Na mesa, gordinha – mandou-me. Com ambos amarrados a coisa podia dar para o torno se o sujeito fosse mesmo tarado mas ele fora-me apresentado por um cliente de confiança e além disso lia-lhe nos olhos um gozo incontrolável de ver até onde eu estava disposta a ir, pelo que subi para a mesa onde me colocou uma corrente em volta do pescoço impedindo-me de o erguer, outra nos braços abertos como numa cruz e ao redor do ventre e dos tornozelos obrigando-me a ficar de pernas abertas.
- Já vais ver o que eu faço aos órgãos de prazer de uma puta que inspira tesão a um piça curta como esse aí mas não o consegue fazer a um homem de material portentoso como eu. E já que a minha tora não te serve, vou-te mostrar de que maneira a reduzida piroca do teu cornudo te há-de servir a ti.
O professor impotente pegou então em vários clips de escritório mas grandes e muito mais grossos do que os normais e entreteve-se durante largos minutos a colocarmos dolorosamente nos mamilos e ao longo do corpo das mamas, perfeitamente indiferente aos gemidos que ia soltando. A pele das mamas estava toda esticada e a pressão dos clips não era nada agradável.
- Cala-te, puta, se gritas muito alto amordaço os dois e então as coisas vão ficar piores – mas não era fácil silenciar os gemidos tanto mais que naquela altura eu apresentava algumas dúvidas sobre se teria feito a coisa certa aceitando aquele engate, afinal homem impotente não precisa de ir às putas, não é mesmo? Ele entretanto não tendo mais espaço onde colocar clips nas minhas mamas passara agora a ocupar-se do meu grelo.
- Oh, grelinho aberto de puta – comentava contemplando-o e acariciando-me os lábios que suavemente ia abrindo para os lados – oh, grelinho de mulher que nunca fui capaz de provar apesar do meu bastão de macho, e onde esse meia piça deve estar cheio de meter. Cona malvada que vou castigar, como castigarei a ridícula pilinha que te anda a comer.
Não adiantava argumentar que nós não tínhamos culpa disso, nem que Rui não me comia assim tantas vezes como ele pensava porque o professor piça mole tendo já pegado num grampo metálico recurvado com um aro ajustável na ponta que tratou de me fixar na coxa para não sair do sítio, enfiou-mo na abertura da parreca arreganhando- me o lábio superior direito pois foi por esse lado que começou. Gemi mais intensamente pois aquilo era algo doloroso mas também por ter percebido que era isso que ele queria. Rui que nunca gostou de me maltratar expressou sua indignação por aquilo e estou certa que se não estivesse amarrado teria reagido mais energicamente. Mas o professor mandando-o calar procedia a idêntica operação na parte inferior do lábio.
- Vou-te deixar a cona toda aberta como deve estar a cona de uma verdadeira puta que até para um piça curta é capaz de dar – dizia-nos ele, voltando-se agora para o meu lábio esquerdo e cravando nele mais dois daqueles grampos, em cima e em baixo – e tu vais ver como te vai saber bem comer-lhe a cona assim aberta.
No entanto, nem com tudo aquilo o caralho dele subia e eu duvidava que fosse alguma vez capaz de pô-lo em pé. Quando me colocou os quatro grampos deixando-me os lábios todos abertos como a corola de uma rosa com o olho do meu grelinho sobressaindo no meio deles, sempre insultando-me, divertiu-se a apertá-los, rindo-se muito de meus gemidos de dor e das expressões enfurecidas de Rui.
- Também te vou fazer gemer, fica descansado, corninho – prometeu-lhe passando agora a apertar-me os clips das mamas, o que me doía ainda mais embora de facto estivesse sendo muito excitante. Fez aquilo longos minutos até se resolver a passar um fio norte na parte de trás de dois clips e sem pudor de espécie alguma atou a extremidade do mesmo na glande de Rui, apertando-a com tal força que a pilinha não circuncidada do meu namorado, com a pele ao penduro parecia mesmo um chouriço ao qual tivessem acabado de enfiar a tripa. Chegara o momento do professor dar uso ao chicote. Felizmente não o ia usar em mim.
- Porta-te como um homem, meio pau de macho – avisou-o – se berrares muito também a tua amiga gordinha o irá sentir bem no meio da pachacha.
Mesmo assim deu-mo a sentir por todo o corpo pois antes de açoitar meu corninho passeou suas tiras e o seu cabo pela minha pele fazendo-me sentir electrificada por ele. Só então é que o começou a descarregar espaçadamente nas costas nuas de Rui ainda que com alguma força. Este gritando e contorcendo-se a cada chicotada ia-me apertando os clips com o fio que trazia amarrado na pila e que também lhe magoava o prepúcio, efeito que deixava o professor felicíssimo. Por vezes Rui mexendo-se com mais força fazia o clip libertar-se do meu mamilo ou da cabeça da pila mas o professor não perdoava e voltava a colocá-lo no sítio. Doeu-me um pouco aquela sessão mas o prazer que me provocou era incomensuravelmente maior do que qualquer dor, em especial quando me apercebi que a pele do corno estava bem vermelha.
- Vês, piça curta – vociferava-lhe o professor chicoteando-o – como eu posso não ter tesão mas te mostro o peso que o meu braço tem?
A piça de Rui nunca deixou de ser curta mas este entusiasmado com as vergastadas estava de novo com ela toda empinada e uma vez que era ele ali o único demonstrando ter tesão eu só queria que me comesse.
Não demorou muito isso a acontecer embora nunca esperasse ser possuída da maneira que fui. Quando o professor achou que bastava de chicotadas baixou a roldana que sustinha Rui de maneira a deixá-lo cair sobre mim.
- Já que estás com a piça tesa aproveita a cona da tua puta e come-a – convidou-o sem me tirar os grampos dos lábios vaginais – Enfia-lhe a pixota no buraquinho que deixei aberto para a tua picinha pequenina porque se lha metesses no buraco inteiro da rata, fininha como é, perdê-la-ias no meio dela.
Não foi fácil metê-la sem a ajuda das mãos pois apesar de Rui ter a pila curta estava bastante excitado e o buraco disponível para meter não era muito. Mas conseguiu enfiá-la com jeito e com a ajuda dos meus movimentos pélvicos procurando facilitar-lhe a entrada. E também a pila do professor começava mostrando finalmente algum entusiasmo. Quando Rui me começou a dar com cuidado para não arranhar o dardo nos grampos o cliente resolveu então utilizar meus serviços para uma das funções que habitualmente os homens buscam nas putas como eu. Embora seu piçalho ainda permanecesse murcho enfiou-mo na boca e nesta segunda chupada que lhe fiz senti-o tomando volume e a ficar leve, sinal que estava armado, até me encher a boca. Mamei-o com gosto mas o professor demonstrou-me não ser bom amante pois se esporrou rapidamente, ainda Rui sanicava meus quadris com gosto, encantado com aquele buraquinho tão apertadinho e inesperado que o estranho professor arranjara para ele meter a sua coisinha.
- Nunca meti a piça numa com assim – disse-me no final, ao que logo lhe respondi algo chateada porque embora tivesse ganho três notas de conto fora a única dos três que não me viera:
- Uma coisa admito, meu querido Rui, nunca vi uma pila que me seduzisse tão pouco para foder como a tua, mas em contrapartida nunca vou conhecer outra que me dê tanto prazer humilhar. E aposto um broche contra um jantar no Zé dos Ossos em como o professor é da mesma opinião.
Ganhei a aposta. Uns dias mais tarde por curiosidade fui assistir a uma aula sua embora ele não leccionasse em Direito. O ar circunspecto e o cuidado vocabulário que empregava faziam duvidar tratar-se do mesmo tarado que só se entesava daquela forma. Mas á saída dela combinámos nova sessão. De facto ninguém melhor que Rui para desempenhar o papel do meia pila.
Dona de Corno
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quinta-feira, 7 de março de 2013
CONFISSÔES POÉTICAS DE UMA PUTA
CONFISSÔES POÉTICAS DE UMA PUTA
Os ovos de meu maridoMuito pequeninos são.
Como não é bem servido
Não basta ao meu tesão.
Meu marido tem palito
Meu amante tem pauzão.
Ao segundo dou o pito
Ao primeiro dei a mão.
Gosto muito de foder
Com homem bem abonado
Meu marido só de ver
Fica de pau levantado.
Só cornudos eu desejo
Só cornudos eu venero
Porque o que mais ensejo
É foder com quem bem quero.
Um par de cornos na testa
Não fica mal a ninguém.
Sendo a pila modesta
Pôr-lhe galhos sabe bem.
Mesmo as mulheres discretas
Devem ter um amante.
Tendo elas duas frestas
Porque não outro piçante?
Meu tio me violou
Era eu adolescente.
Seu pau q’os três me tirou
Ainda trago na mente.
Era bem grande e grosso
Minha rata consolou.
Belo pau delicioso
Que em nova me tomou.
Belo pau delicioso
Que em nova me tomou!
Pau de homem vicioso
Fez a puta que eu sou.
Puta sim assumo ser
Isso não me incomoda.
Já fui paga pra foder
Não gozei menos a foda.
Quem pagou pra me comer
Ao meu pito se rendeu.
Não deixa de ser mulher
Quem no bordel se vendeu.
A cona que me comeram
Deu-me de comer a mim.
Muitos homens me foderam
Minha vida foi assim.
A Coimbra fui ter
Com a conta descoberta.
Como podia viver
Sem ser de perna aberta?
Uma amiga me provou
Nascer rica a mulher.
A racha que lhe calhou
É tesouro a render.
No corpo duma mulher
Toda fenda é usada.
As de baixo pra foder
A de cima prá mamada.
Em casa de estudantes
As pregas do cu perdi
Quando um de meus amantes
Também me meteu aí.
Esse amante traí
E paguei como rameira.
Na cozinha me despi
E dei prá malta inteira.
Caralhos mil provei
E de toda a condição.
Uns com coroa de rei
Outro só com um colhão.
No duche d’um estádio
Big caralho meti
Vinte seis o seu tamanho
Com que prazer o lambi!
Minha cona muito dada
Já levou tantas piladas
Que a piça mal formada
Nem me bate nas beiradas.
Nesse Choupal dos poetas
Cantado p’la tradição
Apanhei nas duas gretas
Sem poder dizer que não.
Na Europa me vendi
Num bordel de eleição.
Numa montra m’ exibi
Co’as putas d’Amesterdão.
Minhas leitosas mamocas
Também foram aleitadas
Com o sémen das pirocas
Fazendo espanholadas.
Dois abortos provoquei
Três crianças eu pari.
C’um piça curta casei
Mas com seu leite m’enchi.
A pila de meu corninho
Vive n’adversidade.
Vê-me foder c’ o vizinho
Num cinto de castidade.
O meu filho é tarado
Por filmes porno na NET.
Tem o pilau esfolado
Das punhetas pois não mete.
Minha filha é safada
Já levou com o tição.
Aos quinze desvirginada
Sabe mais que o irmão.
E fodida pela vida
Enrabada pela sorte
C’a língua estendida
Faço minetes à morte.
Venha lá o que vier
Levo tudo a sorrir.
Sou puta até morrer
E puta me quero ir.
Ensinando aos filhos a arte do incesto
Ensinando aos filhos a arte do incesto | Acervo de Contos
Oi, meu nome é Natali Barreto e depois de ler muitos contos, cheguei a conclusão que poucos são verdadeiros.
Sou casada, tenho 45 anos, sou uma mulher normal, não tenho um corpo escultural, sou de estatura mediana, seios fartos e uns quilinhos acima do peso, tenho um casal de filhos gemeos.
Sempre tive tesão em meus filhos, e quase estou conseguindo convencer meu marido a transar com os dois, pois eu ja transo ( sem ele saber é claro ). Comecei a estimular indiretamente aos meus filhos transarem entre si e eu logicamente fazia vista grossa só esperando que sobrasse para mim frutos. Tudo começou a 2 anos atrás . Certo dia estave lendo contos de incesto e minha filha entrou no quarto e começou a ler junto comigo. Certo momento ela me perguntou se aquilo era normal? Eu disse a ela que era absolutamente normal a transa entre familiares, porem era cercada de hipocrisia e ninguem nas familias geralmente admitem fazer sexo com o pai ou mãe e irmão, porem quando fazem não admitem e quando não fazem, morre de vontade de fazer.
Ela me respondeu se eu não ficaria chateada se ela transasse com o pai dela? Respondi que o pai dela era um dos que ainda mantinham este tabu, e que era preciso ainda moldalo para o incesto, mas que se ela quisisse, poderia dar para o irmão dela. E como vou fazer isto mãe? Eu lhe respondi: seu irmão vive pelos quartos batendo punheta, vendo você pelo buraco da fechadura do banheiro, cheirando suas calcinhas etc.., voces dormem no mesmo quarto, seu pai esta viajando esta semana, porque você hoje não coloca uma camisola bem curta e transparente, sem calcinha e dorme descoberta? tenho certeza que ele não vai resistir.
Boa idéia mãe e vai ser hoje.
A noite ela fez o combinado e dito e feito ele começou a passar a mão nela que estava finjindo que estava dormindo, depois começou a chupar sua buceta, depois a fode-la.Quando estavam no auge da transa, resolvi entrar em cena, abri a porta do quarto e peguei-os em um suposto e combinado flagrante, e falei : o que esta acontecendo aqui?
Meu filho ficou sem palavras e vermelho, porem tratei logo de tranquiliza-lo e falei: tudo bem meus filhos, isso é normal acontecer em familia, mas eu tinha duas condições: a primeira era que eu tambem queria participar e a segunda era que seu pai não poderia saber.
Naquela noite ensinei varias coisas a eles e transamos como loucos. O meu tesão de ter meu proprio filho fudendo a minha buceta e meu cu, enquanto eu chupava a buceta da minha filha é indescritivel.
Hoje continuamos a transar, e meu marido começou a participar, mas isso é outra história.
Gostaria de receber e-mails sinceros e sem hipocrisia de mães que viveram ou vivem situações semelhantes a minha, e afirmar para os leitores que incesto é muito bom e muito mais frequente do que vocês imaginam. Na europa, em países como a Italia, Portugal e França o incesto tambem um assunto meio proibido, porem estremamente praticado nas familias.
Mães, vamos dividir experiências. Me escrevam
Um abraço a todos
Natali Barreto
E-mail= natali-barreto@bol.com.br
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Brincando de ser corno
Meu nome é Silmara (fictício) e sou casada a mais de 10 anos com o Júlio( Idem). Somos um casal normal como a maioria de vocês que estão lendo esse relato agora, nada de especial. Quando nos conhecemos tivemos uma forte identificação em todos os sentidos, inclusive no sexo. Sempre gostei de sexo, tive uma educação normal e não castradora, ao contrário de algumas amigas de minha idade, mas nunca fui promiscua, tanto que o Júlio foi o 2º homem com quem fiz sexo, ou seja, só tinha transado com meu ex-marido. Casamos, o tempo foi passando e o sexo foi esfriando...então o Júlio, percebendo a situação, começou a esquentar nossas noites com acessórios: luvas, mascaras, filmes pornôs, cremes, etc...eu fui gostando... Então em um belo dia ele veio com um presente diferente: um vibrador imitando um pênis de 21 centímetros, uma venda para meus olhos e fez de conta que ele era um massagista especialmente contratado por ele para me dar muito prazer...bem, eu adorei! E dai em diante ele constantemente colocava em minha imaginação a situação de eu estar transando com outro homem, e eu até gostava de fantasiar isso, mas nunca tive a intenção de por em prática, me faltava a coragem, mas ele não parava de falar sobre isto. Uma noite ele veio com o seu notebook e me mostrou sites e blogs sobre os caras que fantasiavam isto, como este aqui em que publico minha história e vi que isso é bem comum, apesar de que achava esquisito: concordar em dar a esposa para outro homem, assistir tudo e ainda gostar disso...afinal, eles ainda amam suas esposas ? Mas, pelas suas atitudes, percebi que ele não mudara, pelo contrário: até estava mais carinhoso comigo...e vi que ele estava seguro do que queria e que isso iria realiza-lo. Ele vivia me dizendo que eu chupava e transava melhor que qualquer outra mulher que ele havia tido, e que eu merecia sentir o prazer de ser desejada e possuída por outros homens, e que juntos iriamos alcançar niveis mais altos de cumplicidade e prazer. E eu finalmente concordei em entrar na brincadeira,porque tenho que reconhecer que ele soube fazer tudo direitinho e suas fantasias agora eram as minhas também...rs. Minha bucetinha ficava alagada cada vez que transávamos e fantasiávamos isto. A primeira vez que chamei ele de corninho na cama, quase explodi de tanto gozar. A partir de então, eu comecei a provocá-lo na cama: Dizia a ele que eu queria muito um outro pau pra mim, que eu ia fazer dele um corninho, que queria que ele visse de pertinho sua esposa bem putinha dando pra outro, que, apesar de eu não querer chupar um outro pau, estava louca pra gozar em outra língua. Quase sempre chamava ele de corninho na cama e ele ficava maluco com tudo aquilo, e confesso que eu também. Tive os mais fortes orgasmos da minha vida até então. Decidi então que era hora de mergulhar de cabeça na brincadeira. Comecei a ver sites pornográficos e ler relatos sobre homens que gostam de ser cornos. Assistia alguns vídeos postados na internet e até mesmo alguns vídeos que meu marido já tinha salvo no computador, de outros maridos filmando suas esposas com os amantes. Propositalmente, deixei a minha ?aventura? registrada no pc, para que meu marido ?descobrisse?.Passaram-se alguns dias e nada dele tocar no assunto.Foi então, que em uma transa nossa, falei ao seu ouvido: ?Sabia que vou fazer você de corninho?? Ele ficou alucinado com isto e queria saber detalhes. Disse a ele que ele saberia quando acontecesse, mas que seria a qualquer momento. Desde então, comecei a pensar como de provocar ele...resolvi mandar mensagens em seu celular quando estava no serviço, mas o que escreve?: ? Meu corninho, realizei sua fantasia...estou lambuzada de porra.Ou então: Meu amor, como você queria,eu estou sendo chupada agora, na nossa cama! Ou ainda: Meu amor...enfim corno!Foi você quem pediu... Mas resolvi adotar uma técnica que na desse na cara que era mentira: Mandei pra ele no horário de serviço dele( de noite) uma mensagem escrita: Meu amor, aconteceu uma coisa e precisamos conversar. Não fique preocupado pois era algo que acho que você queria. Beijos? Não deu 5 minutos e ele me ligou. Não atendi. Mandei outra mensagem dizendo: ?Agora não da pra falar, amanha conversamos. Beijos e te amo?. Ele não ligou mais. No dia seguinte, logo que ele chegou, me acordou com um beijo e quis saber o que havia acontecido. Ai me tornei uma atriz...rsrsrs Perguntei pra ele se teria algo que eu fizesse que ele não perdoaria. Ele disse: -Claro que não! Até já propus de ser seu corninho, não foi? -Foi. ? respondi -Então. O que aconteceu? Algum problema? - Aconteceu- eu disse - O que aconteceu??? - O que você queria...ser corno...Mas fiz isto pensando em você... Os olhos dele brilharam. Na hora percebi o tesão dele pelo volume que começou a crescer em sua calça. Queria saber detalhes, com quem foi, como foi, aonde foi, etc... Daí eu abracei ele e disse no seu ouvido: -Não importa os detalhes...você queria e aconteceu... Então ele falou: - Deixa eu ver ?ela? como está? Respondi que não. Ele falou: - Deixa..to louquinho de tesão... Disse que se ele quisesse, bateria um punheta pra ele, mas que não deixaria ele ver nem tocar na minha bucetinha naquele dia. Ele pôs o pau pra fora e comecei a masturbá-lo...Ele fazia mil perguntas e eu não respondia nada. Apenas masturbava, olhava com uma carinha safada pra ele e de vez enquando eu perguntava: - Ta gostoso corninho? Vai gozar com a minha mão? Ontem, gozaram com a bucetinha da sua esposa...sabia que corno tem que gozar só com punheta?... Ele não aguentou muito tempo e logo começou a gozar na minha mão. Apesar do meu tesão, me contive como ?se estivesse completamente satisfeita? pela ?noite? anterior... Depois dele ter gozado, eu disse: - Se acontecer de novo, de novo vai ser assim. Se você quiser, faço você gozar com punheta. Sem me tocar! Não é isto que corninho faz? Bate punheta enquanto outro come sua esposa? Não é? - É, respodeu ele... Passou uns dias e não tocamos mais no assunto, como se nada tivesse acontecido. Um dia, cheguei em casa e fui pro banho.Quando me enxuguei, aproveitei e me masturbei um pouco até ficar molhadinha. Sai do banho e já fui pra cima dele, que se espantou com minha bucetinha molhadinha. Quis saber o porque. Daí eu disse que cheguei assim, pois vi na rua um ex-colega da época de escola que me deixava morrendo de tesão...Transamos muito naquele dia... Agora, pra deixar ele alucinado mesmo, uso uma técnica: meia hora antes dele chegar em casa, pego meu consolo, passo um pouco de óleo na xaninha e intoduzo ele várias vezes. Na hora dele chegar, quardo o consolo e fico deitada, sem calcinha, de bruços e com uma das pernas meio encolhida. Assim que ele chega, não resiste a cena. Me dá um beijo e vai com a mão direto na minha xaninha que vai estar lambuzada de óleo, toda aberta e um pouco inxadinha. Gente, acreditem em mim, seu homem sabe quando sua bucetinha está inchada. E, pela nossa fantasia, o meu ADORA. Mas minha reação é sempre a mesma. Digo que já conversamos sobre ele não me tocar quando estou daquele jeito, coloco uma calcinha e faço o prometido. As vezes, faço sexo oral nele, as vezes masturbo ele. É claro que nunca vou (vamos) ir para a cama com outro. Afinal, nos amamos e ele é um homem maravilhoso em tudo. Principalmente na cama. Mas confesso que, depois que entrei de verdade nesta brincadeira, minha vida sexual melhorou uns 500%. Gosto de ver ele me pegando forte, me chamando de putinha e querendo saber detalhes de como fui fudida ?por outro?. Se seu homem tem fantasias assim, pode acreditar: Ele AMA, mas AMA MESMO você. Tanto que ele te confidenciou isto, não? E quer um conselho? Aproveita isto e libere a puta que existe em você. Entre na brincadeira, é muito saudável. Mande mensagens pra ele nos momentos mais impróprios dizendo que ele está sendo corninho naquele exato momento, que vc achava que nunca ia ter coragem, mas ele te incentivou. Faça tudo isto e tenha certeza que sua vida vai mudar na cama!!! Beijos!
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