Dona de Corno
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sábado, 9 de fevereiro de 2013

Travesti loira ficou com o cú cheio de esperma

Lambendo esperma que escorreu do cú

Conselhos para Donas de Corno

O seu marido corno precisa ver o seu amante foder você. Muitos cornos preferem não ver para não sentir a dor de serem cornos, mas nesse caso você deve agarrar seu marido pela cabeça e forçá-lo a ver o prazer que seu amante está te dando no lugar dele.

Obrigue seu marido corno a lamber sua buceta e seu cú enquanto o seu amante te fode, para que ele sinta bem perto dos seus sentidos, da visão, do olfato, da audilção, do paladar e do tato toda a plenitude do prazer que você está tendo com outro.

Nunca é demais lembrar que seu marido corno sempre deve ter o pênis humilhado e comparado ao cacete imenso do seu amante. É muito importante esse ponto, por isso, você nunca deve ter amantes de pau pequeno ou de pênis menor do que o do seu marido, porque é preciso que seu corno se sinta humilhado e inferior aos seus amantes. E sempre lembe seu marido corno do quanto você gosta de ver paus grandes e senti-los na sua buceta e no seu cú.



Outro ponto muito importante é fazer seu marido corno lamber sua buceta logo depois do seu amante gozar nela, para que ele sinta o gosto do esperma do homem que te dá prazer. Agarre seu marido pela cabeça e coloque-o na sua buceta e só tireo de lá depois dele ter lambido e engolido cada gota de esperma que seu amante depositou em você.

Se você quiser ter filhos, nunca use o esperma do seu marido para isso, e sim do seu amante. Seu filho merece o melhor material genético disponivel e com certeza não vai ser com a porra de um homenzinho corno e de pau pequeno que você vai querer presentear seus futuros rebentos. É claro que o marido corno como recompensa, vai poder assumir os filhos como sendo dele, com direito de sustentar as crianças, ajudar a educá-las como se filhos seus fossem. O dever do seu amante acaba no momento em que ele engravidar você.

Mas nada impede que durante a gravidez você não possa se divertir com uma boa foda com seu amante.

Não se esqueça de beijar na boca o seu marido corno depois que você fudeu com seu amante, ou chupou o pau dele ou se melecou na boca com a porra do amante, para o seu maridinho corno sentir o gosto de um pau de verdade ao menos algumas vezes na vida.

Regras que toda Dona de Corno deve seguir

Não dá para dizer logo de cara que o homem que você conheceu é um candidato a ser corno manso








 Quando você conhece um homem, não dá para dizer logo de cara
Talvez ele tente argumentar com você, mas é só você dizer que não vai conseguir se satisfazer com um pauzinho como o dele e que você só vai ficar com ele, se ele aceitar um acordo especial


Você vai poder ter os amantes que quiser, chupá-los a hora que quiser, bem como foder com eles de toda a maneira e o seu marido, como bom corno manso, deverá só olhar
 E só vai poder beijar você depois que você tiver chupado o pau do seu amante, para que seu marido corno sinta o gosto de um pau de verdade na boca.
É muito importante que você, como Dona de Corno, sempre compare o pauzinho do seu marido com os cacetões dos seus amantes, para deixar seu corninho bem humilhado, inferiorizado, submisso e obediente a você.


 A recompensa do seu corno manso será a certeza de que você só ama a ele, embora só tenha prazer sexual com seus amantes bem dotados. Sempre beije seu corninho enquanto fode com seu amante para deixar o corno sentir o gosto da pica na sua boca e para saber que seu coração é dele embora seu corpo seja dos seus amantes.
E é claro, depois da sua foda com seu amante, seu corno deve ser recompensado lambendo o esperma que o seu macho deixou na sua buceta e no seu cú. É fundamental fazer o corno manso lamber o esperma do seu amante, para que o círculo psíquico da subimissão e da humilhação se feche e a entrega dele a você seja total.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Esperma escorre pelo cú de travesti gostosa

A ESPOSA PUTA E A ORDENHA DO SEU CORNO MANSO, DO FILHO DOS DOIS E DO MACHO DOS TRÊS

A ESPOSA PUTA E A ORDENHA DO SEU CORNO MANSO, DO FILHO DOS DOIS E DO MACHO DOS TRÊS


Uma mãe e esposa como eu sou não devia contar episódios como os que tenho para contar. Sei que muitos acham mais aceitável humilhar, punir e cornear o marido do que fazer o mesmo ao filho e admitir que tal como ao de Rui pai, fui igualmente eu quem ajudou a servir a Renato, meu amante bissexual, o cu do meu filho mais velho, assim como o ajudei a comer a rata da minha filha.
Naquele tempo contudo, há uns dois atrás, embora minha filha Sandrinha não estivesse ainda incluída no nosso pacote familiar, já Renato fizera de meu filho Rui e de seu paizinho corno seus paneleiros O primeiro ainda não perdera a virgindade da pilinha comigo, e tal como o pai, que ainda a conseguia pôr de pé, trazia-a frequente engaiolada num cinto de castidade, pois Renato cujo grande prazer é ser activo no coito anal, adooora dominar seus paneleiros. Frequentemente mesmo, quando nos reuníamos os quatro no meu quarto, como era então o caso - eu e Renato em cima da cama, os dois paneleirinhos dele, no chão – os únicos adereços com que meu amante consentia que eles usassem era precisamente o cinto de castidade, às vezes com um anal de kali por baixo dele, junto à base da pila, e uma coleira de couro ao pescoço, como símbolo da sua condição de submissos. Está bem eu não devia confessar tais coisas, mas confesso que vivê-las – chamem-me lá o que me chamarem - é uma delícia que me apetece reparti-las com quem as quiser ler.
- Então, seus panascazinhos, gostariam de despejar os vossos colhõezitos que devem estar cheiinhos de sumo? – perguntou-lhes o meu, e nosso amante. Aquele era o último dia do mês, e como também já confessei, por norma aquela é a ocasião em que meu amante lhes consente a desaguadela da esporra acumulada durante o mês todo, ou o dia da ordenha como eu muito apropriadamente o baptizei.
Eles como é óbvio não queriam outra coisa, embora Renato autorizasse mais vezes Rui filho a esporrar-se do que o pai. Mesmo assim, quer um quer outro, tinham subido connosco ao quarto com essa praticamente certeza.
Por norma também, e para os fazer sentir mais a sua condição de escravos domésticos, quase eunucos, Renato mesmo deixando-os esporrarem-se, nem sempre lhes consente a sensação do orgasmo, pois consegue fazer aliviar-se um homem, sodomizando-o e proporcionando-lhe uma massagem na próstata cutucando-a com a ponta do seu caralho bem abonado, o que faz o paneleiro ejacular sem sentir. Não é o melhor alívio para um homem desaleitar os colhões, por isso Renato gosta de usar tais massagens, mas pelo memos sempre permite uma vez em cada mês que os dois meias piças, como também lhes chamámos, possam andar com as bolinhas mais leves.
- Muito bem – concedeu-lhes nosso amante depois de eles terem respondido sim à sua pergunta – A Sandra e eu vamos permitir-vos que aliviem os tomatinhos que já não devem ter espaço para continuar a guardar tanto tesão reprimido. Ir-vos-ei ao cu aos dois até vos fazer despejar toda a langonha dos tomates. Tu serás o primeiro, corno manso. Em seguida o teu filho. Sandra, tira-lhes o cinto de castidade, amarra-lhe as mãos atrás das costas e depois coloca a piça do teu maridinho meio capado em cima dessa coluna.
Fiz o que Renato me mandava, amarrando-lhe as mãos e colocando a piça pequenina do meu corninho em cima de uma coluna de mármore branco, com cerca de metade do tamanho de um homem, do género daquelas que servem para colocar bustos em cima e que meu amante trouxera deliberadamente nesse mesmo dia, e que devido ao tamanho obrigava Rui a ficar de joelhos para conseguir colocar a pila em cima dele.
- Agora amarra do mesmo modo as mãos do paneleirinho mais novo que deitaste ao Mundo – mandou-me e uma vez também isso feito continuou - Despe a calcinha e o corpete, esposa desavergonhada e mamã sem pinta de moral. Quero-te com as mamas à mostra, vagabunda, enquanto enrabo o teu marido e o teu filho mais velho. E tu, paneleirinho, vais ver como vou ao cu ao teu papazinho e o faço esporrar-se todo enquanto ele se baba a mirar os peitões da puta da esposa que lhe enfeita a cabeça tão bem. E, ó paneleiro mais velho – estas palavras eram para o corno manso, como podem calcular – antes de apanhares com o meu cacete no cu vais chupar-me o caralho, muito bem chupadinho. E vocês os dois, tratem de lhe abrir o olho do cu, de o enrabarem com os dedos e de lhe cuspirem para dentro do rego. QUERO O CU DESTE PANELEIRO O MAIS PREPARADO POSSÍVEL PARA LEVAR COM O MEU CARALHO!
Com os marmelos a descoberto o que ainda entesou mais meu filho que virgem da pilinha como era, vivia desejando montar-me como um macho, e com a ajuda dele, tratei de abrir o anel do olho do cu do meu marido com os dedos e de o foder com eles e de o lamber, cuspindo para dentro dele de maneira a deixá-lo bem ensebado e lubrificado conforme o desejo de Renato, enquanto este, já todo nu, era chupado no caralho por Rui pai.
- Afastem-se – exigiu aquele ao fim de algum tempo, e colocando-se com o cacete empinado por trás do meu marido – Está na hora da minha piça provar o trabalho que vocês os dois executaram no cuzinho do cornudo cá de casa. Vais ter aquilo que tanto gostas, meu meia piça galhudo: um caralho teso no cu, uma ordenha aos colhões, e os marmelões da tua esposa na frente dos olhos. E tu, filho de um corno e de uma puta, coloca-te com a boca aberta em frente à cabeça da piça do teu pai. SERÁ NA TUA BOCA QUE O TEU PAI SE ESPORRARÁ QUANDO LHE ESVAZIAR OS COLHÕEZINHOS!
Tal como o corninho também meu filho já interiorizou o seu papel naquela relação de domínio e submissão que o amante da mãe lhe impõe. Obedeceu portanto, preparando-se para receber o produto da ejaculação do pai na boca quando ela acontecesse.
- Renato, meu amor – voltei-me eu para ele, que nestas coisas sou igualmente acalorada e estava-me a ver de fora – mandaste-me tirar a calcinha e acho não ter sido apenas com a intenção de me pores a arejar a parreca que estava por baixo dela, pois não? E já a tenho bem humidazinha só de ver os preparativos que fazes para ires ao cu a esses dois. Bem lhe podias consentir um daqueles gostinhos que ela tanto aprecia.
- Tens razão, minha querida - concedeu – o teu mijadouro bem que merece um gostinho especial. E como o corno já viu os teus peitos que chegasse, tapa-lhe os olhos com a tua calcinha e esfrega-lhe a cona no focinho, muito bem esfregada, de maneira a que ele lhe faça um bom minete. Mas não te esqueças de lhe mijar na boca, o corno do teu marido vai-te fazer um minete com a cona mijada. E tu, ó filho de um piça curta, não te vendo os olhos pois quero que vejas bem a esporradela que o teu papá irá despejar na tua boca. MAS LIVRA-TE de levantares os olhos para espreitares a cona da tua mãe, ou de fechares a boca quando receber a ordenha do teu pai. Se isso acontecer faço-te bater com os colhões 20 vezes no tronco do marmeleiro do quintal e então talvez possas ver como eles te incham.
Renato por norma proíbe meu marido e filho de me verem as partes íntimas o que os entesa ainda mais e os faz sentir mais frustrados, mas paradoxalmente mais obedientes a ele. Vendando assim o corno, calçada com uns sapatos azuis de tiras, de salto bem alto e bicudinho, apoiei um dos pés numa das extremidades da coluna onde ele tinha pousada a pilinha, levantei um pouco a saia, puxei-o pelos cabelos de maneira a que Rui encostasse a boca na minha pachacha, ordenando-lhe:
- Abre a boca, pila curta! Não quero um pingo a cair por fora! – e xixi, gluglu, meu filho não me via a greta mas podia ter a certeza ouvindo tais sons que o pai bebia o néctar da bexiga da mãe e não se mostrava incomodado com isso – Agora , lambe-me a cona! TODA!
Rui fez-me um delicioso minete como sempre. Desde os tempos em que namorávamos lhe acho muito mais saborosa a língua que a pila e então desde que meu amante o converteu num dos seus paneleiros e no meu eunuco que ainda lhe aprecio mais os minetes, enquanto Renato lhe metia a vara no cu e o fodia longo com ela, chamando-lhe como de costume cu roto sem piça, e que a única coisa que tinha jeito era para ver a esposa apanhar de outros.
- Vou-te desaleitar todo o sémen que tens nos minúsculos colhões, seu paneleirote corno manso, e não hás-de sentir esporradela nenhuma! Nem tu, nem o fanadinho do teu filho quando chegar a vez dele! –assegurava-lhe, chicoteando-lhe o bordo das nádegas com os colhões. Eu, como sabia o que meu amante queria, apesar do minete não desviava os olhos da cabeça da pilinha inchada do meu marido, que já há algum tempo se apresentava bem coberta de esporra e só me dava vontade de sorver. Quando vi que ela se preparava para deixar sair tudo o que tinha dentro, num movimento rápido, baixei o braço direito, e envolvendo-lhe o saquito rugoso e peludo, apertei-lhe brutalmente as nozes, ou melhor dizendo, espalmei-as de maneira a ejacularem todo o sumo, enquanto ao mesmo tempo lhe assentava a ponta do salto bicudo em cima da piroca inchada, deixando cair com toda a força mas em movimento lento o peso do meu pé em cima dela. Com um jacto a esporra acertou direitinha na boca aberta do nosso filho, mas Rui pai a única coisa que sentiu foi dor, pois soltou um grito aberto e bem agudo. Por uns segundos a sua pila e as suas nozezitas ficaram como da espessura de uma folha de papel, mas completamente espremidas de langonha, disso não havia dúvida.
- Nada se perdia se tos esvaziassem de vez, colhões de rato – atirou-lhe meu amante tirando o cacete do cu do meu corninho , ainda em formação de combate, pois é exímio em conter os orgasmos. E depois para o meu filho recomendou-lhe – E tu, ó picinha curta, não engulas já a esporradela do teu pai. Venda-lhe os olhos, Sandra, e ele que te faça um bom minete na cona, assim com a boca cheia da esporra do pai.
Foi comigo de pé, a saia vestida e os sapatos calçados, as mãos apoiadas na coluna marmórea onde a pilinha do meu marido acabara de se esporrar, a cabeça de meu filho Rui de olhos vendados entre as minhas coxas que ele me fez o segundo minete da noite. Bem húmido e branquinho, como se vê. Novo orgasmo meu.
- Agora, mija-lhe também na boca, Sandra! É o que merece um paneleirinho que vive a suspirar pela cona da mãe. E nada de fechares a boca, paneleirote. Vais beber o mijo da tua mãe como o bebeu o corno do teu pai.
E xixi, gluglu, a receita foi a mesma. Saciado o filhote e porque não dizê-lo sua mãe?, Renato tratou de proceder á ordenha do paneleiro mais novo.

- É a tua vez de apanhares no cu até te esporrares como o teu pai.

Desta vez foi Rui corno quem se colocou de boca aberta, quase colada à piça do nosso filho pousada em cima da coluna branca, para receber nela a esporradela daquele. E eu, novamente com um dos pés calçados ao lado da piça dele, depois de lhe vendar os olhos gozei outro minete de meu filho que tal como o pai, ia sendo enrabado pelo mesmo mastro.
- Ao menos hoje vais com a cona bem lambida, putona! – dizia-me Renato com as mãos nas ancas de Ruizinho, indo-lhe ao cu – e tudo graças à língua dos meus paneleiros, um dos quais é teu marido, e outro teu filho mais velho. E tu corno, os olhos na piça do teu filho! Não te quero a olhar para a cona da tua esposa, a menos que queiras acabar a noite batendo com o entre-pernas no tronco do marmeleiro!
E tchoc-tchoc-tchoc, que bom era sentir a língua de um fazendo-me tão bem à pássara, com aquele ruído de fundo dos colhões de Renato domando um dos seus panascas, mesmo sendo ele meu filho, e os gemidinhos quase femininos que ele soltava quando o dardo do meu amante lhe abria mais o cu.
O caralhito e as nozezinhas de Ruizinho tiveram, às minhas mãos, o mesmo tratamento que seu papá sofrera quando vi que se começava a esporrar. Sei que uma mãe não deve confessar isto, mas não foi preciso muito tempo depois de ter iniciado meu relacionamento com Renato, para sentir igual tipo de prazer em poder aplicar a mesma mostra de poder tanto ao pai como ao meu filho, e em que Renato o faça, porque senão esta relação que vivemos lá em casa, baseada numa estrutura de total domínio e submissão não teria sentido e seria uma farsa. Se uma esposa não deve confessar estas coisas muito menos o deve fazer uma mãe, eu sei, mas CONFESSO ter sentido o mesmo prazer em lhe apertar com uma das minhas mãos os baguitos que não chegam a ser metade do tamanho dos dois colhões de Renato, até os espalmar como uma esponja como fiz com os do pai, ter sentido um gozo danado assentar o meu pé esquerdo sobre a sua picinha inchada e túrgida, mas bem pequenina como uma minhoca, ouvi-lo gritar de dor, um grito talvez mais forte do que o do nosso corno doméstico masoquista há muitos mais anos, ordenhando-lhe tudo o que tinha nas ovinhas sobre a boca aberta do pai.
- Pronto! – e meu macho voltava a tirar o cacete erecto do cu do meu filho, o que era bom sinal para mim, era sinal que também ele ia chegar para mim – Espero que estejais os dois satisfeitos e sem vontade de voltar a ser ordenhados tão cedo. E tu, Sandra, aproveita a esporra que o corninho tem na boca, e esfrega-lhe o cu nela. VAIS FAZER UM BOM MINETE NO CUZINHO DA TUA ESPOSA PUTA, CORNO! Besunta bem o cu da Sandra, corno, com a esporra do teu filho, como ele lhe besuntou a cona com a tua. O meu caralho ainda não foi abaixo e esta noite vou-te usar as duas rachas, Sandra.
Renato gosta mesmo é de cu, como tantas vezes me tenho queixado, por isso imaginem a alegria que me deu ouvir-lhe tais palavras. Também meu marido foi vendado, e exactamente na mesma posição em que dera o pito a lamber ao meu filho, só que agora com o rabo mais empinado, e o nariz do corno quase me entrando no reguinho, recebi o minete no cu que o corno, com a língua impregnada de esperma me fez e mo deixou mais relaxado e húmido para a última etapa: a ordenha de Renato, o Macho Dominante e Bem Abonado da casa onde vivemos.
Os dois paneleiros assistiram à foda que Renato me deu no quarto e com que fechou com chave de ouro aquela ocasião tão especial para os quatro. Conservando as mãos atadas atrás das costas, de frente para mim e meu amante, viram-me apoiar o tronco na coluna, viram-no encochar-se por trás de mim, levantar-me a saia mas sem ma despir nem descalçar, e começar por me comer o cu, seu orifício de eleição em matéria de sexo, e sem deixar de me foder o cu penetrar-me a pássara com os dedos, ordenando-lhes que me chupassem nas mamas, até retirar o caralho do meu buraco anal e acabar de consumar a foda na minha vagina, com uma esporradela monumental que desta vez os dois tiveram de lamber ao mesmo tempo.
- Já fui puta de todo o tipo de homem mas como consegues pôr-me a fazer coisas que antes de te conhecer nunca imaginaria virem a dar-me tanto prazer, meu amor? - perguntei-lhe, já deitados na nossa cama de casal, e com os dois meias piças, de novo com o cinto de castidade, nos seus quartos.

- Simples, minha querida – respondeu-me beijando-me na boca e no pescoço – eu sou o género de homem que sabe fazer acordar em todos os seus parceiros sexuais, independente de serem paneleiros ou putas saborosas como tu, todo o prazer da transgressão sexual, e que sem transgressão o sexo é insípido. E valha a verdade, nunca precisaste de mim para isso, sempre foste assim, a puta mais depravada que alguém pode conhecer. Eu apenas te despi os últimos resquícios de moral que ainda tinhas por deformação cultural, e mais nada. E uma vez iniciado este caminho não há volta, vais querer, tal como eu, e o dois paneleirotes que acabei de enrabar, e até também a tua filha que é tão putazinha como tu, sempre mais, cada vez mais, porque nada é mais delicioso que sexo animal puro e simples. Por isso te amo tanto e quero continuar contigo, minha querida.

Sim, Renato tinha razão. Também por isso o nosso relacionamento se mantém. Pela sua predilecção pelo meu cu, e pelo cu do meu marido corno e do nosso filho Rui é que não é de certeza absoluta.

ABRINDO O CUZINHO DO MEU FILHO PARA O AMANTE


ABRINDO O CUZINHO DO MEU FILHO PARA O AMANTE



Não é apenas fazendo os seus dois paneleiros domésticos, isto é para quem não saiba, meu marido corno Rui e nosso filho mais velho que tem o mesmo nome do pai, esporrarem-se directamente num dos nossos outros dois cuzinhos abertos e dessa maneira o lubrificarem, que nosso amante bissexual activo e grande apreciador de sexo anal Renato, gosta de nos enrabar. Por vezes também gosta de se servir de mim para o mesmo fim quando pretende enrabar um deles. É claro que para isso tenho de deitar mão de um acessório adequado já que sendo a única puta no meio daquela panelinha familiar não nasci dotada do mesmo material genésico com que mesmo qualquer panasquinha veio ao Mundo.

Vestida com uma camisa de dormir, de seda, cor azul, uma reduzida calcinha branca apenas com uma tirinha sobre as duas rachas e ligas prendendo-me as meias cor de carne a toda a altura das pernas, cheirando ainda à água do banho acabado de tomar com Renato, aguardava as ordens deste já que é sempre ele a determinar como se quer servir de nós. Meu amante trajava apenas um string castanho, mas os outros dois homens estavam nus, como sempre quando nos reunimos à noite no quarto que divido com ele, apenas com uma coleira de couro no pescoço, acho que Renato se excita mais com a nudez deles do que com a minha, e isso que me devia aborrecer ainda me deixa mais húmida. Também por esse facto adoro aquelas sessões familiares e os actos mais escabrosos que acontecem nelas.

- Esta noite vou comer o cu de um de vocês – anunciou-nos, embora aquilo não fosse para nenhum de nós novidade pois isso acontecia sempre que nos chamava a todos ao quarto. E enquanto nos dizia isso a sua mão começou a passar na zona pélvica, sobre o string, o que fez enchumaçar aquela área. – E como só um de vocês terá oportunidade de provar a minha vara e não quero que nenhum dos outros dois reclame por causa disso, vou tirar à sorte qual será enrabado hoje. Vamos, em roda! A-ta-ita-á…

O costume. É muitas vezes aquele sorteio infantil a seleccionar o cu que irá provar o caralho e a aleitadela do nosso amante. Daquela vez e para grande alegria de Renato que prefere comer o cu de meu filho Rui então muito menos estreado nestas andanças do que o meu ou o do corninho seu pai, muito mais batidos a levar com caralho nele, o acaso ditou fosse o cu daquele a prestar-se à empaladela do cacete do nosso amante.

- Muito bem Ruizinho! – congratulou-se o Macho Dominante lá de casa e senhor de um caralho que mesmo mole mede mais do dobro do caralhito dos dois panasquinhas, subindo e descendo o string como um striper como querendo mostrar a meu filho a grossura com que dali a instantes lhe iria tratar o rabo. – Tenho a piça bem tesa, não tenho meu paneleirinho, a quem ainda não tirei todas a preguinhas do cu? Tás com medo dela, é? Deixa estar, que quando te tiver tirado todas as pregas vais adorar ver uma piça assim inchada e dura como a minha preparada para te ir ao cu, como a adora ver o teu papá, panasca como tu, e a tua mamã, puta como a tua maninha mais nova. Mas fica descansado por enquanto. Como esse dia anda não chegou, antes de te enrabar vou permitir que o faça primeiro a tua mãe com um caralho que lhe arranjei e que é um bocado mais pequenino e magro do que o meu. Sandra, baixa a calcinha que te vou fazer nascer um caralho nas coxas!

Desapertei as ligas e tirei a calcinha pelas pernas abaixo, sem descalçar as meias. Assim que as tirei Renato colocando-se na minha frente levantou-me um pouco da camisa deixando-ma por cima das coxas, e colocou-me sobre a zona do baixo ventre uma cinta peniana, muito conhecida de meu marido pois muitas vezes a usei com ele quando praticávamos inversão de papeis, e à qual não faltava mesmo um valente par de tomates vermelhos e rugosos. Na verdade o falo postiço, de silicone cor de carne, de que a cinta era dotada não era muito mais pequeno do que o caralho de Renato pois media quase 20 cms. Não era por ser mais pequeno que Renato queria proporcionar mais aquela humilhação a meu filho mais velho, mas apenas por me querer ver a enrabá-lo perante o corno manso lá de casa.

-Gostas de ver a piça tesa da tua mamã puta, meu paneleirinho? – perguntou-lhe exibindo-me perante os outros dois – Toca um bocado à punheta, Sandra, empina bem o teu caralho antes de abrires o cu do teu filho como deve ser. – E depois arrastando-o pelos cabelos puxou-o até junto do meu caralho postiço – Vês como a tua mamãzinha tem um belo caralho mortinho por te entrar pelo cuzinho acima? Não concordas? Ahhh! Achas a piça da tua mãe muito seca para meter num cuzinho como o teu que ainda há pouco tempo foi estreado? Tens razão, os colhões da tua mãe que vês ao penduro não produzem esporra que lhe humedeça a cabeça da piça. Mas podemos resolver esse problema pois há aqui quem os tenha bem cheios. Estás com sorte, corno, que vais despejar as bolinhas hoje com a mamada que o teu papá te vai fazer.

Na verdade a pilinha de 10 cms de meu marido corno estava toda levantada, já que mirone como sempre foi, a perspectiva de ir ver nosso filho mais velho apanhar no cu de mim e do homem com quem ando a pôr-lhe os cornos, excitava-o em demasia. Eu contudo protestei, não me parecia correcto que o meu único papel naquela sessão fosse ir ao cu ao meu filho mais velho com um caralho de faz de conta antes de Renato o enrabar.

- Renato, meu amor – observei-lhe e sacudindo o falo de silicone e as bolas com as mãos - se é só para abrir o cu do Ruizinho para o teu cacete, bem o podias enrabar tu com os dedos. Vocês os três vão-se esporrar todos, e pelos vistos a única que aqui vai ficar a ver navios vou ser eu, que como tu dizes tenho os colhões tão secos que nem produzem esporra para me humedecerem a cabeça da piroca.

- Quem te disse que vamo-nos esporrar os três? –perguntou, rindo-se e beijando-me na boca – Vou deixar o corno do teu marido desaleitar as bolinhas porque vou precisar da sua esporra para lubrificar o cuzinho do meu paneleirinho mais novo, vosso filho. Mas a ele, e uma vez que tu e eu lhe iremos ao cu, Sandra, vou obrigá-lo a reter o leitinho nos colhões, para ele se ir habituando a gozar só com o cu como os paneleiros de verdade. E é claro, minha querida mamã desavergonhada, nunca te iria impedir de gozares com os dois frouxos da forma que eles melhor te podem servir.

Fiquei mais satisfeita ouvindo aquilo. Tendo os dois Ruis a pilinha tão pequenina como têm a melhor forma com que me podem servir na cama é fazendo-me minetes, e nunca provei tanto da língua do meu marido, e agora também do meu filho, como desde que comecei meu relacionamento adúltero como Renato.

- Pega no anel de kali, Sandra, e coloca-o em volta da amostra de piça do teu filho – mandou-me meu amante. O anel ou bracelete de kali deve ser o instrumento de dominação mais temido por qualquer homem com tesão, mais do que o cinto de castidade, pois é um aro metálico de abertura ajustável, cheio de pequenos aguilhões no seu interior e que se deve colocar na base ou na cabeça do pénis do homem, bem apertadinho. É também, quanto a mim, o melhor método para obrigar um homem submisso a conter o orgasmo já que ao menor sinal de entusiasmo que o órgão apresente, logo sente nele umas dolorosas consequências.

Coloquei assim o anel junto à raiz da piça de meu filho mais velho, apertada o suficiente para que os aguilhões ficassem encostados à pele dela mas sem a perfurarem ainda, só para que Ruizinho sentisse o seu contacto e moderasse o seu entusiasmo.

- Agora calça a piça do teu papá com uma camisa de Vénus. COM A BOCA! – ordenou Renato a meu filho o que ele tratou de executar – Vais mamar na piça mal formada que te trouxe ao Mundo, meu paneleirinho filho de uma puta sem moral, coberta com uma camisa de Vénus para aproveitarmos bem toda a esporra dos colhõezinhos do teu papá. ANDA, PANELEIRO FILHO DE UM CORNO MANSO, FAZ UM BROCHE AO TEU PAPÁ ATÉ LHE DESPEJARES TODO O LEITINHO!

Ser mamado pelo filho ou por outro homem não é coisa que agrade ao meu corninho doméstico, que na verdade só se presta a ser paneleiro porque eu e meu amante lho impomos. Ruizinho também não deve ter achado graça a ter de mamar no caralhito encarapuçado do pai, mas igualmente não se atreveu a contestar a ordem. De joelhos fez o que Renato lhe ordenara, e não precisou de muito tempo para fazer o pai esporrar-se todo na sua boca.

- Homem que se vem assim tão depressa bem merece ser corno – comentou Renato batendo na cabeça do corno – Também tens a piça tão curta que a esporra mal te sai dos colhões chega-lhe logo à cabeça. Mas destes uma boa esporradela, não hajam dúvidas. TIRA O PRESERVATIVO DA PIÇA DO TEU PAI, PANASQUINHA, QUE O TEU CUZINHO VAI PRECISAR DE TODO O LEITINHO DO PAPÁ!

Quando meu filho desembrulhou o preservativo da pilinha do pai, nosso amante mandou que ele mo colocasse no meu falo postiço.

- Quero que espalhes bem a esporra ainda quentinha do teu papazinho punheteiro na piça da tua mãe, antes de seres enrabado por ela. Vais deixar a piça da tua mãezinha puta bem lustrosa com a esporra do teu paizinho cornudo. Agora toca uma punheta na piça encamisada da tua mamã putona que dentro de momentos te irá ao cu, panascóide sem tesão, para lhe esfregares bem a esporra do teu pai.

De vez em quando o esgar de dor que lhe assomava na face e os gemidos que soltava, comprovavam-nos que com aquele tratamento a pilinha de Rui por vezes esquecia-se do bracelete de kali, sendo recordada da pior maneira.

- A pilinha mansa, filhote, a pilinha mansa, se não queres transformá-la num furador! – dizia-lhe eu.

- Um paneleiro a sério como vou fazer de ti, não precisa de tesão na piça, especialmente sendo ela tão pequenina, só precisa de tesão no cu – corroborava meu amante.

Com o meu caralho postiço bem ensebado com o esperma do corno, Renato determinou que meu filho me tirasse a camisa de Vénus e se colocasse de quatro.

- A tua mamã vai-te abrir um bocadinho o cuzinho com o caralho dela, paneleirote, antes de eu te acabar de enrabar – comunicou Renato – ENRABA-O SANDRA, COMO SE FOSSES UM MACHO DE VERDADE! Tens a piça bem molhada de esperma, POR ISSO ENTERRA-LHA NO CU ATÉ AOS COLHÕES COMO QUALQUER PANELEIRO APRECIA!

Artilhada como um macho de verdade estava eu. Fui assim ao cu a meu filho Rui, penetrando-o igualmente com os dedos.

- Vou-te deixar o olhinho do cu bem aberto para Renato, filhote – gabei-me. Ir ao cu a um homem mesmo com um caralho de silicone como era o meu, dá uma sensação de poder e domínio como poucas coisas, e fazia-me entender a atitude de Renato que sendo bissexual gosta de ir ao cu a homens mas nunca deixa que se sirvam do seu.

- Abre-lhe bem o cu, querida mamã puta! – exortava-me Renato – O meu caralho está bem inchado, é bom que lhe abras bem o olhinho e o deixes todo lubrificado se não o quiseres ver a guinchar como um porco quando lhe estiver a arrombar o cu, putazinha!

Quando Renato considerou já ter eu feito um bom rombo no buraco traseiro de meu filho, mandou-me tirar o caralho postiço e cuspir para dentro do olho de Ruizinho.

- Segura-lhe as bordas do cu com as mãos, Sandra – pediu-me – A minha piça vai entrar directa nele.

E no olho do cu que as minhas mãos conservavam aberto, lubrificado como estava com a esporra do pai, meu amante enfiou o seu cacete, começando a enrabar meu filho.

- Não és tu que dizes não seres como o teu marido e não gostares de ficar apenas a ver os outros divertirem-se? – questionou-me Renato bombando com gosto no traseirinho quase virgem de Rui filho – Pois então, minha querida, tens pelo menos uma língua à tua disposição. MAS NÃO QUERO NENHUM DOS DOIS PANELEIROS CÁ DE CASA A VEREM-TE A CONA!

Essa é outra das imposições de Renato, a minha rata deve ficar sempre invisível aos olhos dos dois panascas domésticos, mesmo quando eles ma lambem. Com a minha calcinha, cobri assim os olhos do corno, mandei que se deitasse com a cabeça entre as minhas pernas, removi a cinta peniana, e deitei-me sobre o seu rosto com o meu entre-pernas pousado na sua boca.

- Lambe-me a pássara, meia pila! Fode-me com a língua já que pelos vistos esta noite só o nosso filho mais velho vai poder provar do caralho abençoado de Renato – mandei-o fazer-me.

Húmida e com os marmelos duros com o os tinha soube-me tão bem o minete que o corno me fez, como deve ter sabido bem a foda que meu amante deu a Ruizinho. - Escorrega bem a minha piça no teu cu, paneleiro mais novo? – perguntava-lhe Renato – Espero que sim porque foi esporra desta que escorregou na cona da tua mãe quando o teu pai a engravidou de ti e dos teus irmãos. Espero que te esteja a escorregar bem porque ainda tenho suficiente tesão para te continuar a ir ao cu por muito tempo, paneleirinho.

E foi. Enquanto lhe ia ao cu e como gosta de fazer aos parceiros masculinos, Renato ia cutucando a cabeça do seu caralho comprido na próstata de meu filho, fazendo-o ficar com a pila tesa e quando isso acontecia esta espetava-se-lhe nos aguilhões internos do bracelete de kali arrancando-lhe um gemido de dor.

- A PIÇA QUIETINHA, PANELEIRO! – gritava-lhe Renato nessas ocasiões batendo-lhe nas nádegas – Quero-te com a piça murcha como os paneleiros de verdade enquanto te estiver a enrabar. Para tesão basta o que tens no cu, e desse o meu caralho está a tratar dele.

Renato só se veio depois de eu ter já gozado o meu minete, deixando-lhe o reguinho branco de esperma. Mas o meu gozo não foi menos húmido.

- Suga tudo, corninho, suga-me todo o sumo da cona, corninho, ahhhhh, que eu estou a vir-me toda! – suspirava vindo-me com o minete de meu marido

- Bebe do meu leitinho, panasquinha, bebe, que o tesão do teu cu e do de qualquer paneleiro afogo-os eu na minha esporra! – gritava por sua vez Renato ao meu filho vindo-se no cu dele. De-li-ci-o-so!

A festa não acabou. Antes de ser retirado o anal de kali da pilinha de meu filho e de lhe ser posto, e ao pai, o habitual cinto de castidade com que têm de dormir todas as noites mesmo quando já levam para a cama os tomatinhos vazios, como acontecia com o corno meu marido, este foi ainda obrigado a lamber a esperma do rabiote do nosso filho até o deixar limpinho, algo que também já é habitual como conclusão dos nossos encontros familiares a quatro. Apesar de tudo porém, pelo menos para mim e Renato, por mais repetitivas que sejam nunca as achamos demais.


Bjs para todos. Para o Elton Miranda, o Joaquim Ferreira, particularmente. Tb para o Anónimo que acha que eu devia ser lambida na pita por um rotweiller. Na verdade nunca fui lambida por um rotweiller mas já o fui por um são-bernardo. É tb. para pessoas baunilhas como ele que o meu blog foi feito. E fico grata por mesmo achando as minhas confissões asquerosas vc continuar a postar comentários e a lê-las.
Um grande beijo para o Oceaniis, nome que sabe a mar, e eu adoro.

Ainda um pedido de desculpas aos leitores que querem mais peripécias com minha filha Sandrinha. Não queria contar ainda como Renato a comeu sem vos ter contado primeiro como meu filho Rui perdeu a virgindade da pilinha comigo.